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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Festa corporativa: How to?


Começou a época de festas de final de ano. É festa no curso, na faculdade, na empresa... Como psicóloga organizacional, vim falar especificamente de festas da empresa. Que cuidados tomar? Como não ser o centro das atenções no dia e o motivo de comentários e risadas no resto do ano (ou enquanto você trabalhar na empresa)?
A primeira coisa que temos que ter em mente é: Dá pra se divertir sem beber todas, dançar até o chão e dar qualquer tipo de vexame.
Apesar de essas festas acontecerem, na maioria das vezes, fora  do espaço físico da empresa, precisamos lembrar que estaremos com os nossos colegas de trabalho, e com o nosso chefe e os donos da empresa (ou presidentes, diretores, etc), ou seja, todo cuidado é pouco para não arranhar a imagem de credibilidade que você tanto se esforçou para conquistar desde a sua contratação.

Como estaremos num ambiente corporativo, ainda que mais descontraído, é importante cuidar também do seu look do dia. O ideal é, se optar por usar roupas mais informais, evitar roupas que usaria dentro de casa, ou para um churrasco no play. O comprimento da roupa, decotes e transparências também devem ser uma preocupação. Que tal reler esse post sobre o que usar em dias de Casual Day para se inspirar?

Dependendo do seu cargo, do porte da empresa, e do tipo de empresa, dá até pra arriscar entrar na piscina do sítio, desde que não seja com aquele biquininho fio-dental, né? Opte por biquinis mais comportados, ou por um maiô, que é sempre o mais indicado para piscina (além de mais elegante) para poder aproveitar com mais conforto.
Se servirem bebida alcoólica na festa, é porque foi autorizado por quem organizou, então, o consumo está liberado, mas com bom senso. A mesma dica serve para as músicas. Geralmente o contratante passa uma lista de músicas para o DJ tocar, então, se rolar um funk, vale aproveitar, desde que não seja sem calcinha até o chão, também use o bom senso.
Se a confraternização for depois do expediente, num rodízio de pizza, um jantar, ou numa boate, as dicas são praticamente as mesmas. Se o ambiente for compartilhado com pessoas "estranhas", ou seja, que não são da empresa, também vale acrescentar: evitar fazer contatos mais íntimos (não preciso nem dizer que a pegação é proibida entre colegas de trabalho nesses eventos, né??).
E como sair bem nas fotos, que é uma "prova" do seu comportamento, uma lembrança que ficará nos arquivos da empresa pra sempre? Vamos à algumas dicas?
* Não se permita fotografar com cigarro ou copo e garrafa de bebida alcoólica na mão. Se o fotógrafo se aproximar, não tenha medo de pedir para ele esperar até você "se livrar" dos vestígios do que pode deixar uma imagem negativa nas fotos.
* Sorrir causa uma boa impressão. Sair na foto com a boca aberta no meio de uma gargalhada escandalosa, não.
* Ajeitar os cabelos e a roupa também ajudam.

Para outras dicas de como se comportar nesses eventos (ir ou não à festa, participar ou não do amigo oculto, o que conversar, com quem conversar, etc) vale MUITO a pena ler essa matéria do caderno Concursos e Emprego, do jornal O Dia.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Sorria, meu bem... sorria!


Como diz aquele forrózim gostooooso (e antiiiiiigo) do Fala Mansa:
♫ "hahahahaha mas eu tô rindo à toa
não que a vida esteja assim tão boa
mas um sorriso ajuda a melhorar..." ♪

No caderno Boa Chance, do O Globo, no dia 02/10, saiu uma reportagem que parece um tanto óbvia, mas que a gente esquece de colocar em prática no dia-a-dia: Sorrir faz bem! 
E não faz bem só pra saúde e pra pele, não! Faz bem pra carreira também!

A pesquisa traz dados como esses:
  • indivíduos com sorrisos harmônicos têm 58% mais chances de serem contratados e 53% de receberem salários mais altos.
  • Numa entrevista, com 2 candidatos técnicamente parecidos, o candidato que demonstra mais bom humor e disposição leva vantagem em cima do outro que demonstra apatia.
  • Interagir com o mundo de uma forma leve e expansiva ajuda o profissional a alcançar promoções e aumento salarial.
  • Quem sorri mais tende a ser visto como gente mais sociável, segura e confiável.
Algumas pessoas acham que por ser Psicóloga, eu tenho a obrigação de saber controlar meus sentimentos e pensamentos. Não, eu não tenho nem essa obrigação e nem esse poder. Sou Psicóloga a 3 anos, e gente a 30, então eu sei que algumas vezes é quase impossível se desligar dos problemas pessoais no trabalho, e dos problemas do trabalho em casa, porque somos uma pessoa só, uma cabeça só, mas... vamos combinar? A gente pode dar uma ajudinha, né? Afinal, ficar de cara feia não vai resolver os problemas, e ainda pode trazer outros!

Se acordar de baixo astral, tiver dormido mal, ou a TPM chegar beeeem no dia daquela reunião importante, a dica é alimentar-se bem, esconder as olheiras, e colocar uma roupa que te faça sentir-se bem.
E se o problema for as segunda-feiras, tá na hora de começar a procurar outro emprego! Cansaço e mal humor todo mundo tem. Problemas, todo emprego tem. Mas se isso for uma constante, mexa-se!!

Outra dica importante é: Esse é um blog de moda, então, eu venho aqui dividir com vocês informações que julgo importantes quanto à apresentação pessoal e comportamento, mas é sempre bom lembrar que uma roupa bonita e um sorriso no rosto não garantem emprego a ninguém. Portanto, vamos cuidar tão bem (ou ainda mais) de nossa qualificação profissional também. 
E aí, com a roupa ideal, um sorriso no rosto, e um currículo bacana, não vai ter pra ninguém!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Sua roupa = Sua mensagem ao mundo

Ao entrar em uma loja de roupas, o consumidor não busca apenas proteger o corpo. Não quer apenas um objeto útil. Quer a diferenciação que essa roupa pode dar e a mensagem que pode transmitir através dela.
A roupa sempre representou um traço da individualidade. É uma forma de a pessoa demonstrar que é única, que pode se diferir das outras em função do que usa.
Através dos tempos, o traje carregou essa representação de classe, de casta social: É como se as pessoas dissessem: eu pertenço à determinada classe, à determinada casta, ao ostentar uma roupa. Demonstram, através das roupas, o quanto são bem sucedidos, o quando souberam e puderam se destacar dos demais. A roupa é símbolo de status e diferenciação social e da diferenciação dentro do próprio grupo. Através dos tempos, seus significados mudaram mas o requinte social que representa está cada vez mais presente e serve como apelo de vendas.
A psicanalista Eugênia Turenko explica: "A roupa é uma linguagem. É uma forma de falar. Faz parte da pulsão Escópica, ou seja, da necessidade consciente de olhar e ser olhado. Por outro lado, o olhar é o espelho. Reflete você em alguém. Por isso, a roupa faz parte do imaginário das pessoas. É o modo de vestir que caracteriza determinada profissão e determinada pessoa."
A compra de uma determinada peça do vestuário não é um ato tão simples quanto possa parecer. Envolve uma série de decisões, aparentemente individuais, mas que se relacionam inteiramente com o grupo ao qual o indivíduo pertence.
Na base da moda, portanto, está um impulso ambivalente: o desejo individual de diferenciar-se e a procura de um adequamento às normas do grupo social a que se quer pertencer; o indivíduo procura respeitar as regras do grupo e de não provocar uma reação negativa que pode fazer com que ele seja posto à margem. Já se faz notar que quanto a integração no grupo é levada a cabo duma maneira que se pode dizer total, as normas do grupo são de tal forma assimiladas que dão a ilusão da liberdade plena de opção, dão a ilusão de fazer a sua própria moda.


Algumas roupas são compradas e usadas para passar uma mensagem conscientemente. É o caso das camisetas com frases e figuras, que comunicam em silêncio uma vontade, um sentimento, um modo de pensar. Algumas são para divulgar campanhas, outras para provocar...
As famosas usam esse artifício quando querem dizer alguma coisa ao mundo. A patricinha Paris Hilton é uma que usa e abusa das camisetas com mensagens:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Mas como vimos no texto no início do post, não é só esse tipo de roupa que passa uma mensagem a quem nos vê. Toda roupa passa uma mensagem, e é importante que a gente saiba que mensagem queremos passar, e que tipo de mensagem cada tipo de roupa passa, para que as coisas aconteçam exatamente como a gente planeja.
 
 
 
 
 
 
Será que o Gianecchini sabia o risco que corria quando colocou essa camiseta? E a Geisy Arruda, sabia que passar a imagem errada ia dar tão certo? Então, não custa pensar um pouquinho mais antes de se meter dentro da primeira roupa que pegar no guarda-roupa, né? #ficadica

E para saber o que sua roupa anda dizendo de você, que tal fazer esse teste da Revista Nova?

Alguns trechos deste post fazem parte da tese de Doutorado de Gilson Monteiro, sobre a Metalinguagem das Roupas.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Teste: O que as suas roupas dizem sobre a sua personalidade e estilo?



Psicólogo adooooora um teste, né? rsrs
Mas, podem relaxar... esse não é um Teste Psicológico e também não vai reprovar ninguém (nem muito menos avaliar o grau de loucura! rs). É só uma brincadeira do site Pop Girl para mostrar que a roupa que usamos tem tudo a ver com a nossa personalidade e estilo. E se você não concordar com o resultado, pode ser um sinal de que está na hora de mudar a maneira de se vestir e a imagem que está passando, ok?

Vamos testar? Clica aqui!