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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Respeito às curvas


A marca de lingerie Pliê lançou uma campanha publicitária muito bacana, com o nome "Respeito às curvas", juntando as grandes curvas da cantora Preta Gil às curvas discretas da modelo Bárbara Fialho.
A primeira surpresa vem logo nessa primeira foto e frase. Afinal, modelo tem curvas? Siiiiim! Não precisamos ser curvilíneas para considerar que temos curvas. O corpo feminino é formado de curvas. Quadril, seios, pernas. Seja a mulher PP, P, M, G, GG.

Em 2005 eu participei de um concurso cultural da Dove, onde as participantes deveriam criar uma frase dizendo porque você tem orgulho das suas curvas. Eu fui selecionada junto com outras 4 meninas (3 delas são minhas amigas até hoje!) e a minha frase foi mais ou menos assim: "Faço o estilo mignon e não mudaria nada em meu corpo, porque sou feliz e amada assim: sem curvas!" 
Quase 7 anos depois, continuo com as mesmas poucas curvas e com o mesmo pensamento. Na maioria das vezes, a minha escolha por uma roupa nada tem a ver com a intenção de parecer mais curvilínea. Nunca pensei em colocar prótese de silicone. Eu respeito as minhas curvas, e assim como há 7 anos atrás, eu sou feliz e amada assim... sem curvas!! A única coisa que eu corrigiria na frase hoje, mais madura, seria dizer que tenho curvas sim, apesar de suaves!

Essas são as minhas fotos da Campanha da Dove pela Real Beleza, para as revistas NOVA e Boa Forma.


Um dos prêmios foram essas roupas, compradas com auxílio da personal stylist da revista NOVA justamente para valorizar o meu corpo. Foi TÃO bom entrar nas lojas, comprar (coisas caríssimas) e não pagar... rsrsrs, mas ainda melhor foi saber o que comprar pra valorizar as minhas curvas, e não para parecer ter um corpo que eu não tenho.

E essa é a foto da campanha da Pliê, que ainda não foi lançada oficialmente, mas que pelo serviço prestado à sociedade, já é sucesso na internet:

Vamos ser felizes, mulherada! Independente do tamanho do sutiã ou da calça jeans! Vamos respeitar as nossas curvas (e as curvas alheias)!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Psicologia do vestir

Há uma psicologia por trás de seu guarda roupa. Descubra-a.

Seu estilo diz muito sobre você. O que você veste pode informar a um desconhecido qual o seu emprego, bem como suas emoções, ambições e hábitos de consumo. E agora até existe uma forma inteiramente nova de psicologia. 

A psicóloga clínica Dra. Jennifer Baumgartner literalmente escreveu um livro sobre o fenômeno, que ela chama de “psicologia do vestir”. Em “Você é o que você veste. O que suas roupas revelam sobre você”, ela explica não somente como a psicologia determina nossas escolhas de vestuário, mas como para superar problemas-chave psicológicos seu guarda-roupa pode estar trazendo-os à luz no seu dia-a-dia, ou mesmo em seu trabalho.

 “Comportamento de compra e gasto geralmente vêm de motivações internas como emoções, experiências e cultura,” diz a Dra. Baumgartner. “Você olha os comportamentos de compra e armazenamento, e até mesmo como misturar as peças, e as pessoas pensam nisso como sendo uma bobagem. Mas qualquer comportamento é enraizado em algo mais profundo. Eu olho para o significado mais profundo das escolhas, do modo como o faria em terapia.”

Conversamos com ela para entender por que roupas são tão reveladoras (das nossas personalidades), que mensagens estão enviando e como você pode utilizar seu armário para mudar como os outros lhe percebem – e até mesmo o que você pensa de você.


Como nós usamos roupas como um apoio, e uma arma

Americanos contam com as roupas como indicadores social e econômico porque não há marcadores oficiais de classe como um sistema de castas ou aristocracia, diz a Dra. Baumgartner.

“Quando você não tem um sistema específico, as pessoas inventam o seu próprio,” ela explica. É o que “ajuda a descobrir onde você se encaixa. Especialemente agora, com a economia, pessoas perdendo status, manter um senso de quem somos é ainda mais importante. Nossas roupas ajudam a nos colocarmos onde pensamos querer estar.”

Ela cita a série Real Housewives como exemplo: “Veja o modo como elas focam em dinheiro. Quando brigam, elas usam logos e designers como uma maneira de humilhar umas às outras. Elas estão usando roupas e acessórios tanto como uma ferramenta para saber onde se encaixam como uma arma contra os outros.”


Roupas que projetam uma imagem boa ou ruim

Já te disseram que você pode julgar um homem por seus sapatos? Infelizmente, não é assim tão simples. 

Não existe uma peça ou estilo que faça a pessoa parecer bem sucedida. A Dra. Baumgartner recomenda os básicos quando quiser tentar projetar uma imagem positiva: o pretinho básico, o blazer, os scarpins. “Com clássicos, a história fez o trabalho por você. Atravessou os tempos, então você já sabe que funciona,” ela diz. E o que é que faz de um clássico um clássico? “Tem múltiplas funções e é apropriado para diferentes faixas etárias e tipos de corpo. Se tornou um clássico porque funciona não importando quem você seja.”

Por outro lado, não há uma peça ou estilo que faça uma pessoa parecer um fracasso. “Qualquer coisa que pareça que você não teve tempo ou fez algum esforço se torna negativo,” diz a Dra. Baumgartner. “A pior roupa é a que tenta se desfazer, ignorar ou esconder onde você está ou quem você é, ou o tipo que mostra que você não prestou atenção ao seu corpo/idade/situação... Qualquer roupa que impede que você faça bem seu trabalho manda a mensagem errada.”


O que suas roupas dizem a você, não sobre você

Um estudo desse ano, da Northwestern University, examinou um conceito chamado “cognição da roupa.” Pesquisadores definem em seus relatórios como sendo “a influência sistemática que as roupas têm nos processos psicológicos dos que as vestem,” ou seja, o que suas roupas estão dizendo a você e não sobre você. E como elas fazem você se sentir.

Os pesquisadores distribuíram jalecos brancos padrão para os participantes, contando a alguns que se tratava de um jaleco de médico e a outros que era um avental de pintor. Todos os participantes realizaram a mesma tarefa, mas aqueles que usavam o “jaleco de médico” foram mais cuidadosos e atentos. Suas ações foram influenciadas por suas roupas.

O mesmo pode ser verdade para você. Quando uma amiga te puxou para fora de casa e disse “Vá se arrumar! Você se sentirá melhor!” após seu ultimo rompimento/entrevista frustrada/dia horrível, ela tinha razão. “Quando você se veste de uma determinada maneira, isso ajuda a mudar seu estado interior,” explica a Dra. Baumgartner. “Nós percebemos isso ao fazer transformações, e mesmo atores dizem que vestir o figurino facilita a expressão do personagem. É tão verdade quanto para o cotidiano.”

A cognição da roupa dá prova científica à idéia de que você deve se vestir não do modo como se sente, mas do modo como quer se sentir. Quais roupas a fazem sentir poderosa? Sexy? No controle? Rica? As roupas que você escolhe estão enviando mensagens àqueles à sua volta, mas também a você, você mesmo.

Em “Você é o que você veste”, a Dra. Baumgartner lista alguns dos problemas de guarda-roupa e percepção mais comuns. Você se reconhece em algum dos abaixo?


Se você…
Você pode…
Considere:
Guarda cada peça de roupa que já possuiu
Estar se agarrando ao passado através do valor sentimental de suas peças
Adotar a Proporção de Ouro do Guarda-Roupa: se livre de 2 ou 3 itens, incluindo os que não servem, estão velhos ou fora de moda
Só veste neutros, altamente desprovidos de acessórios
Estar preso à rotina, muito confortável para dar uma sacudida, ou muito temeroso de atrair muita atenção
Se afastar do seu hábito em pequenos passos (fazer um caminho diferente até o trabalho, adotar novos acessórios da estação) para trazer ao seu cérebro uma sensação de animação
Veste roupas grandes demais para seu corpo
Enxergar seu corpo diferente do que outras pessoas vêem, ou como ele já foi um dia
Levar uma amiga honesta às compras para descobrir o que fica bem em você , ignorando tamanhos e se acostumando a usar roupas que realmente servem
Já foi acusada de se vestir inapropriadamente ou sexy demais
Considerar o mesmo traje apropriado para todas as ocasiões (por exemplo, sair à noite e churrasco de família), ou estar procurando o tipo errado de atenção
Pensar na imagem que você quer projetar em situações específicas (no trabalho, na cidade) e escolher os trajes baseados em dicas dos que estão ao seu redor
Se veste de maneira muito jovem ou muito antiquada para sua idade
Estar tentando expressar com que idade se sente, mas sendo pega entre sua idade real e sua idade interna
Se armar de roupas que ajudem a atingir seus objetivos (como conseguir uma promoção, conhecer um pretendente, viajar o mundo), ao invés de uma determinada idade
Está sempre com suas roupas de trabalho
Se valorizar primeiramente por seu trabalho e conquistas profissionais
Reconhecer seus talentos fora de seu trabalho (grande artista, compassivo, divertido em festas, etc.)
Se cobre de logos de marcas e designers
Pensar que precisa mostrar riqueza para ser bem tratado pelos outros
Usar peças que sirvam de “tela em branco” e apenas dar um toque com logos para enfatizar que as pessoas te valorizam por mais que suas marcas
Vive em seu “uniforme de mãe” de jeans e moletom
Colocar as necessidades de sua família a frente das suas próprias
Tirar mais tempo para você. Lembre-se: Quando mamãe não está feliz, ninguém está
 
Fonte: Money Rubber Band

terça-feira, 1 de maio de 2012

DudaLinda


Maio é o mês das mães e quem é mãe de menina vai poder pedir presente em dobro: Dudalina pra você e pra filhota!!
A coleção nova para crianças e adolescentes repete o mesmo charme da coleção tradicional feminina. Porque elegância vem de berço, né?


Pra mim Maio é o pior mês do ano porque a minha mãezinha já se foi a 12 anos e além disso, é o mês do aniversário dela e quando ela morreu também. Acho que só vou curtir o dia das mães de novo quando eu for mãe. E se for de uma princesinha, vamos usar Dudalina iguais! ♥

sexta-feira, 20 de abril de 2012

De saia e camiseta


Camisetas geralmente remetem a um visual mais básico, mais masculino até. Mas quando usamos com saia, a camiseta ganha outra vida e passa outra mensagem, mais delicada e sensual. O charme da combinação fica justamente em sair da combinação mais óbvia e pensar num jeans para complementar o look.
Vamos nos inspirar?



Hoje é dia de Casual Day no trabalho, então #ficadica.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Como comprar em lojas de departamento


Duas verdades do mundo fashion que a gente deve lembrar sempre: 1) Nem sempre uma roupa que custou caro vai ser de boa qualidade, e 2) nem sempre uma roupa que custou barato vai ser de má qualidade.
Muitas vezes as pessoas elogiam uma roupa que estou usando e torcem o nariz ou se mostram surpresas quando digo que é da C&A, por exemplo. Algumas vezes paguei caro numa peça de roupa que vi estragar na segunda lavagem.
Além dos profissionais especializados em pesquisar o que está na moda e levar essa informação às pessoas que não podem pagar caro por uma roupa de marca, as lojas de departamento contam com a parceria com estilistas e marcas para fazerem coleções exclusivas, e algumas pessoas que não usavam peças dessas lojas estão "se arriscando" um pouco mais, justamente por acharem que por serem um pouco mais caras que as peças "normais" da loja, estão comprando a garantia de peças de maior qualidade (o que na maioria das vezes até é, mas não é uma regra).
Então vem a pergunta: Como comprar em lojas de departamento, peças que não sejam de coleções especiais?
1) Como a produção é em massa e não existe um controle de qualidade muito rigoroso, uma blusa G pode ser mais larga que outra igualzinha e - na teoria - do mesmo tamanho, assim como uma calça 36 pode ficar mais apertada que outra, também 36. Por isso, vale a pena procurar outra peça igual na mesma arara, se a primeira não ficou legal no provador. Isso acontece MUITO comigo e as calças da Levi's. Nem sempre as calças 24 são do mesmo tamanho e vestem bem, e são beeeem mais caras que as da C&A.
2) Peças básicas ou super tendências são boas aquisições. A primeira porque serão muito usadas, e a segunda porque serão pouco usadas. É a relação custo x benefício na prática.
3) Quanto menos detalhes a peça tiver, menos risco de ser mal feita. Nada de cortes assimétricos, estampas - principalmente listras -, brilhos, aplicações, bordados, etc.

Se até a duquesa Kate Middleton e a primeira dama dos EUA Michelle Obama usam roupas de lojas de departamento, porque nós, meras mortais, achamos que só vamos estar bem vestidas com roupas de grife? E não, a loja de departamentos de lá não é diferente da loja de departamentos daqui (em qualidade... já nos preços...). #ficadica

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Cada corpo uma calça jeans


Que jeans é básico, obrigatório e universal ninguém duvida, mas tem um jeans perfeito pra cada tipo de corpo:

Boyfriend: A proposta é parecer que está usando a calça do namorado, que não serve direito e fica larguinha no corpo. Como ajuda a disfarçar o volume da região dos quadris, é perfeita para as mais curvilíneas ou pra quem está um pouco acima do peso.


Flare / Trompete:
Justo do quadril até o joelho e levemente mais largo na boca, esse jeans fica bem em todos os tipos de corpo.

Skinny:
Favorece mulheres com quadril estreito e pouca cintura, mas pode ser usado por todas! Êh! Lembra dos looks incríveis da Tanesha com calça Skinny?


Reta:
É a mais clássica de todas. Por alongar e não marcar demais a silhueta, é perfeita para todos os tipos de corpo. É a ideal para usar no trabalho também (casual day ou empresas informais).


Qual o seu preferido?
Eu uso todos!!! ♥ jeans!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Piriguetismo sem vulgaridade

Lembram que eu falei aqui sobre comprar roupa de solteira? Pois é. Nas minhas últimas saídas percebi que meu caso é mesmo crítico. Tudo no meu guarda-roupas GRITA "não me olhem, eu sou casada!" e agora que eu tô solteira, a mensagem tem que ser outra, mas sem trair o meu estilo e meus valores, né? rsrs

Pensei em fazer um post diferente do que eu fiz falando sobre o Novo Sexy, que até a Sabrina Sato e a Mirella Santos são adeptas, e foi aí que eu dei de cara com o post da Oficina de Estilo, mostrando que dá para usar símbolos de sensualidade sem vulgaridade, e vou reproduzir algumas dicas aqui pra vocês:

* Se for usar um decotão, cubra as pernas ou use tecidos mais fluidos


* Se a parte de baixo é curta e justa, cubra os braços (pode ser uma manguinha princesa, para equilibrar o look - meio piriguete, meio lady)


* Se o curtinho tiver a modelagem ampla, evasê ou soltinha, pode combinar com saltos mais altos


* Se for usar bota, fugir da microsaia e combinar com um shortinho, que é menos óbvio.


* Nessa época de meia-estação, o mostrar e esconder é feito abusando das transparências da segunda-pele, rendas e meia-calça.


* Se tiver mais frio e ainda assim a opção for pelos curtos, vamos provar que piriguete chique sente frio SIM, e colocar um sobre-tudo, um trench coat ou um casacão por cima, e tirar na hora que esquentar!


Outra dica bacana é sobre a escolha de decotes menos óbvios, afinal "peito e cofrinho tem em qualquer revista masculina", né? Recortes estratégicos, um vestido engana-mamãe (mais fechado na frente e super decotado atrás) ou um ombro de fora numa blusa ou vestido levemente escorregadio também seduz. É o famoso revelar-sem-entregar.


Com looks iguais a esses, a gente nem se ofende se for chamada de piriguete, né?