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segunda-feira, 11 de março de 2013

Não aguento!!



Moda e Feminismo não combinam? Típico pensamento machista, né?
Feminismo é um movimento social, filosófico e político que luta pelos direitos legais da mulher, mas que também fala da autonomia de poder ser o que se quer, fazer o que se quer com o seu corpo, seu pensamento, seu dinheiro.  Estar na moda, gostar de moda é feminista desde que seja visto como um ato de exercer o seu direito de gostar do que quer, e ser quem é de verdade, sem dar satisfações a ninguém.

Essa imagem faz parte da comunidade "Não aguento quando", do Facebook, que junta coisas que a gente não aguenta mais. Eu adoro!!! É bom saber que tem muita gente incomodada com as pressões do mundo em cima da gente, as exigências que a vida e as pessoas nos fazem. E também é muito bom ver que não é só a gente que não aguenta certo tipo de coisas! rsrsrs
Clica aqui pra conhecer e para ganhar voz!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

O melhor do Oscar 2013


Na noite do Oscar eu não estava em clima nem de churrasco na lage, quanto mais para festão red carpet... Dias depois, vi no Facebook uma imagem que, pra mim, valeu pelo Oscar.
Jennifer Lawrence, ao subir a escadaria do palco para receber a estatueta do prêmio de melhor atriz, escorregou (alguns dizem que de nervoso, mas eu coloco a culpa na calda do vestido mesmo) e caiu.

O vestido dela era assim (Ó eu falando como se alguém no mundo não tenha visto rsrs):



Mas a tal imagem publicada no Facebook é essa aqui:


Porque os tombos da vida são inevitáveis, mas demonstrar elegância ao cair é para poucos.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A arte de ser sexy


Esses dias eu vi no twitter o artigo "Stoya e a arte de ser sexy" sendo compartilhada por uma pessoa que eu conheço bem, e apesar de ser do Tumblr Para pensar em sexo, eu sabia que não seria nada vulgar (não é o tipo de coisa que essa pessoa compartilharia), e me atrevi a abrir o link em plena lan house.

Se você não sabe quem é Stoya, é essa mocinha bonita aqui, ó:


E se você é antenada mas nunca ouviu falar dela, antes de dar um google no nome da moça, posso adiantar que é uma das atrizes pornô mais famosas do mundo, e ainda que eu também soubesse disso ao ver o título do artigo, eu sabia que não seria nada vulgar.

E você, que acompanha o meu blog, também deve saber que eu não compartilharia nada aqui se fosse. Mas, se ainda assim, você não se sentir à vontade de continuar lendo, clica no "X" no alto da sua tela, à direita do monitor, e volta aqui amanhã, ok? Sem mágoas! ;-)
Vamos ao texto?


"O que torna uma mulher sexy? Comecei a pensar nessa questão quando assisti a alguns vídeos da Stoya, atriz pornô sensação do momento, principalmente entre jovens e nerds daqui e do estrangeiro. Para quem nunca viu a gata borralheira em ação, segure as pontas que no fim do post tem alguns links para você conhecer a performance da Lolitinha safada. O que me chamou a atenção na musa erótica da nova geração é que ela representa o avesso da mulher gostosa que tem sido vendida nos últimos tempos. Esqueça tudo que você já viu de mulher fruta. Stoya não tem peitão, bundão, pernão, nada disso. De pele extremamente alva, a Branca de Neve do mundo adulto agrada pela aparente espontaneidade, leveza, feminilidade e, sobretudo, por mostrar que gosta da coisa. E você, domina a arte de ser sexy?
    Ser sexy está muito além de fazer caras e bocas. Também não se resume a usar roupas provocantes. Ser sexy é quase um estado de espírito. É aquela mulher que mesmo não sendo a mais bela tem qualquer coisa de magnetizante, que faz virar as cabeças em sua direção por onde passa. É aquela mulher que exala energia sexual. É aquela mulher que está tão confortável dentro da própria pele, com as formas do seu corpo, que tudo nela se encaixa e se movimenta em harmonia.
    Para ser sexy, infelizmente, não existe receita a ser seguida. É algo que começa na relação que você tem com você mesma, com o sexo e na maneira como lida com seus desejos. Na hora H, uma lingerie sensual, um corpinho bem cuidado e uma pele cheirosa sempre ajudam, mas também não resolvem todo o mistério. Aliás, é preciso ter cuidado para não exagerar no circo erótico e intimidar o cabra menos afeito a essas pirotecnias. Palavra de quem já passou pela situação mais de uma vez. Em uma delas, uma calcinha branca de algodão ajudou mais na paudurecência do que um fio dental preto. Em outra, o que era para ser uma noite de cabaré, com direito a espartilho e reboladas mil, terminou com bate-papo no sofá. Não estou querendo dizer que esses acessórios não contribuam para criar um clima, porém é preciso mais do que isso para realmente ser sexy. Nessas ocasiões, eu provavelmente estava mais preocupada em me mostrar sexy do que em aproveitar a situação, do que deixar aflorar verdadeiramente meus desejos, do que focar minha atenção no momento e, consequentemente, liberar meu tesão.
    O cronista sempre perspicaz Xico Sá traduziu muito bem essa sensualidade forçada e artificial, que geralmente provoca o efeito contrário do desejado, no texto O exagero na arte de ser sexy. Esse trecho resume com maestria o que definitivamente conta na sedução pré-rala-e-rola:
“Mulheres, esqueçam o kit sex shop. É mais importante uma safadeza, um charme, um suspense no olho durante um jantar, do que a extravagância propriamente dita. Se cuidar, ficar bonita, é de lei, claro, sem problema; mas não carece carregar nas tintas do desejo.”
Na cama
    Não adianta mesmo carregar nas tintas do desejo, se ele não estiver lá, pulsante e latente, entorpecendo todo o seu corpo. Também não ajuda em nada perseguir um ideal estético sexy até na hora do sexo. Ficar buscando a melhor posição em que a celulite apareça menos não deixa você mais gostosa. O que torna uma mulher irresistivelmente sexy é a intensidade da sua vontade, a capacidade de entrega aos seus desejos e o quanto ela se sente bem naquele momento.
    Uma cena de sexo de verdade não é esteticamente perfeita, pelo contrário, tem peles e carnes balançando para valer, caretas que jamais repetiríamos se estivéssemos nos observando, contrações voluntárias e involuntárias, cabelos despenteados, suores, fluidos e tudo que nos faz instintivamente humanos. Não existe nada mais sexy do que ser perder nesse frenesi, sem se preocupar com nada além do prazer que você quer dar e receber. Quando perguntada em uma entrevista à Marie Claire sobre o que os homens mais sentem falta na cama, a star pornô Stoya respondeu:
“Acho que eles sentem falta de desinibição. As mulheres entram no quarto e ainda querem ser ladies. Apagam as luzes porque acham que o bumbum vai sacudir e a celulite, gritar. E é justamente isso que eles querem, meninas: mulheres de verdade, com todos os seus defeitos e qualidades. Acreditem, eles não querem uma atriz pornô, eles querem você, do jeito que você é.”
A Branca de Neve erótica sacou tudo. Talvez por isso faça tanto sucesso com seus filmes, apesar de passar longe do estereótipo mais batido que conhecemos de atriz pornô. E para você, o que é ser sexy? Você se considera uma mulher sexy? E para vocês, homens, como é uma mulher sexy?"

Mais sobre Stoya:


Se você acreditou em mim, leu o texto até o final e gostou, que tal conhecer a fonte original? Clica aqui "pra pensar em sexo"! rsrs

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Roupa para o Ano Novo



Eu sei que não estou atualizando muito o blog, mas é que eu estou muito ocupada ultimamente, vivendo! Não que o blog não seja uma parte boa da minha vida, mas precisei priorizar outras coisas, e peço desculpas pelo sumiço, e agradeço a fidelidade. Não perdi nenhum seguidor durante esse tempo que fiquei offline!
Esse ano foi bem atípico, e justamente por isso, foi bom. Ainda que tenha sido bom por esse motivo, por vários outros foi um ano bem ruim, mas felizmente eu aprendi muito com cada uma das coisas ruins que me aconteceram. E uma das coisas que eu aprendi foi:
Não adianta colocar roupa rosa no ano novo, se você não souber correr atrás para conquistar ou manter o homem que você ama.
Não adianta vestir amarelo se você não fizer de tudo pra arrumar um bom emprego ou para ser bem sucedida no emprego que tem.
Não adianta vestir branco e arrumar confusão por qualquer coisa, o tempo todo, com todo mundo.

Na última noite de Réveillon eu estava de calcinha vermelha, calça branca e blusa dourada, porque eu queria um pouco de paz, paixão e sucesso financeiro. Fiquei os 3 primeiros meses sofrendo por amor, e 7 meses desempregada. Paixão eu tive bastante, mas não vou dar os créditos à calcinha! rsrs

Como Psicóloga eu também poderia associar as simpatias ao TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), mas aqui não é o local mais apropriado. De qualquer jeito, preciso dizer que o sacrifício de pular 7 ondas comendo uvas sem caroço e pensando na pessoa amada NÃO COMPENSA!! rsrsrs

De qualquer forma, se ainda assim você quiser dicas sobre o que vestir nessa noite e leu até aqui apesar de perceber que minha intenção não era falar sobre isso, clica aqui. No ano passado eu ainda acreditava nisso e fiz um post que pode ajudar!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Futilidade ou Felicidade?


Algumas pessoas me olham atravessado quando eu digo que tenho um blog de moda, julgando imediatamente que sou uma mulher fútil simplesmente por gostar do assunto.
O que essas pessoas não sabem é que:
1) Eu falo da influência da nossa personalidade na escolha do que usamos e gostamos
2) Eu falo de comportamento
3) Somos influenciados pelo que vestimos e o que vestimos é um resultado do que somos
4) Vaidade e feminilidade demonstram felicidade

No início do ano eu estava sofrendo muito, e não tinha nenhum interesse, vontade ou motivação para me arrumar, ir às compras ou cuidar de mim.
Fiquei 2 meses sem pintar o cabelo ou fazer as unhas. Não variava as muitas roupas que eu tinha, usando como desculpa o fato de as minhas coisas estarem todas embaladas (eu mudei de endereço) e que dava muito trabalho procurar as coisas, então eu usava as coisas que tinha numa única bolsa. Perdi 6 kgs (e pra quem me conhece sabe o quanto isso é significativo, já que eu não tenho muitos kilos rsrs) junto com a fome e o apetite.

Para quem me conhecia, era nítido que todo aquele relaxo era um sintoma de todos os problemas que eles sabiam que eu estava passando, mas até quem não me conhecia sabia que tinha "alguma coisa de errado" comigo. Os meus olhos, a pele e os cabelos não tinham brilho e nem vida.

Eu não tinha deixado de gostar de moda, mas tinha deixado de gostar de mim. Eu não tinha abandonado a moda, eu tinha abandonado a minha feminilidade. E foi quando eu comprei a primeira peça de roupa e gastei R$280 para hidratar, cortar e fazer luzes no cabelo que eu percebi que estava saindo do fundo do poço, não porque eu tinha voltado a me interessar por coisas "fúteis", mas porque eu tinha voltado a fazer planos para o futuro, porque eu tinha voltado a gostar da vida e a gostar de mim.

Autoestima e confiança são fundamentais para se sustentar em cima de um salto alto, assim como para desfilar de short jeans e chinelo, porque é a postura (atitude) que sustenta a roupa, e não o contrário.
Quem não lembra do exemplo da Demi Moore, que eu mesma dei aqui no auge do meu sofrimento (e do dela)? Quem não lembra de ter reconhecido nela uma mulher feia e sofrida dias após o divórcio, ainda que ela aparecesse rindo e usando um vestido Zac Posen na première do filme "Margin Call"?



Nessa segunda foto, onde ela aparece de jeans, descalça e com um casaco nada glamouroso, apesar de não estar sorrindo, ela demonstra muito mais confiança.

Quando superei o meu sofrimento, eu ainda não tinha motivos pra sair rindo por aí, mas a minha feminilidade já tinha sido resgatada, e as pessoas percebiam a diferença. Antes, eu tinha as minhas emoções apagadas, a minha confiança apagada, a minha autoestima apagada, e isso resultava no meu visual apagado. Era como se eu quisesse ser invisível, passar desapercebida pela vida. Aos poucos eu voltei a ser generosa comigo, e fui me acendendo de novo!

Daqui pra frente, sempre vir uma mulher vaidosa, bem arrumada ou cheia de atitude (ou de sacolas), independente de estar ou não na moda, reconheça nela uma mulher feliz. Se não com a vida, ao menos com ela mesma!

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Contra a cafonice



Contra a cafonice
(Felipe Moura Brasil)

Benditas sejam as moças de vestido sem brilhos, ombreiras e tantos babados; sem cintos de couro, barbante, metal, muito menos fivela; e jamais embaladas a vácuo, pois que a sensualidade está no detalhe do tecido que roça o corpo em movimento, nunca no grude integral ao corpo estático.

Benditas sejam as moças de calça jeans e blusinha branca ou preta, sempr
e básicas por ruas e bares - como aliás pedem as ruas e os bares, seja nas calçadas da Pavuna ou do Leblon -, e quiçá de alcinha, como quem dá de ombros aos excessos da moda e leva o sorriso à frente da roupa.

Benditas sejam as moças que não saem para tomar um chopinho como quem vai para um casamento, e nem vão para um casamento como quem vai para um Halloween.

Benditas sejam as moças capazes de colocar um shortinho e um par de sandálias, e descer em 5 minutos se o homem diz que está passando na portaria, conscientes de que nada é mais elegante que uma mulher despojada e segura de si.

Benditas sejam as moças atléticas, que, ao se vestirem, buscam mais suavizar seus atributos - para fugir à vulgaridade das periguetes turbinadas - do que ocultar seus defeitos - pendurando a saia nos seios, por exemplo, para encobrir a bunda faltante - e ainda dispensam a mão na cintura para tapar o pneuzinho no álbum de fotos.

Benditas sejam as moças aptas a andar e sambar de salto, porque é o samba que dá a medida - mesmo que a ocasião não obrigue ao samba - da altura que uma mulher pode ter.

Benditas sejam as moças que se sabem bonitas, pois nada é mais feio que uma moça bonita que tenta, à força de maquiagens e demais pilantragens, ser aquilo que, sem elas, já é.

Benditas sejam as moças de bolsas funcionais e discretas, daquelas que jamais atrapalham o abraço, nem substituem a lanterna em caso de apagão.

Benditas sejam as moças leves e práticas, que não se deixam transformar em bonecas russas ou árvores de Natal, daquelas que, de tantas camadas (de peças e cosméticos) e enfeites (como colares, pulseiras, braceletes, brincos, pingentes e anéis), um homem precisaria de dois ou três Dias de Reis para desmontar.

Benditas sejam as moças curiosas, inquietas e interessadas, que enxergam além das próprias mães e miguxas, sabendo que o senso estético vem do berço e do ambiente, mas, como tudo o mais, pode ser desenvolvido com a ampliação do imaginário e a elevação do espírito, através de um conhecimento que não é servido no Open Bar.

Benditas sejam as duas ou três moças que sobraram por aí, imunes ao império da cafonice não (só) pela sorte de terem tido bons exemplos ao seu redor, mas (também) porque, diante do acesso ilimitado aos bens de consumo, conservam o desejo quase extinto de ser muito mais do que os prazeres e lazeres que podem gozar ou consumir.

Benditas sejam as moças que são.

*****

Felipe Moura Brasil é autor do Blog do Pim e nunca viu tantas "árvores de Natal" no Rio de Janeiro.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

As aparências enganam


Roupas, sapatos, make e acessórios ajudam a montar os nossos #looksdodia todos os dias. Mas ao invés de mostrar ao mundo o que somos, a nossa personalidade, o nosso estilo, o nosso humor e até mesmo a nossa  classe social, muitas vezes o uso que fazemos disso tudo mostra tudo menos a nossa realidade.

Certa vez estava em Campos do Jordão e o dono da pousada fazia um desabafo no café da manhã, tentando nos convencer a não andar na maria fumaça da cidade porque o valor da passagem não valia o passeio (mentira dele, vale super a pena, a viagem é lindaaaaaaa!) e dizendo que o mundo era muito capitalista, que ele não aceitava o fato de a cozinheira dele ganhar R$500 por mês e pagar R$200 numa calça jeans para passear pela cidade à noite "como se fosse igual aos turistas da cidade". O discurso era até bonitinho, mas ele bem que cobrou as diárias da gente (e bem caro, por sinal rsrs).

Esses dias a figurinista da novela Avenida Brasil explicou porque a Carminha (personagem da Adriana Esteves) só usa roupas claras e camisas de babado: "Pra parecer uma mulher de família, honesta e de bom caráter." Pois é. Quem desconfiaria que uma mulher com calça branca e camisa pastel de babados trai e rouba o marido, e abandonou criancinhas no lixão? Ninguém né? Ou não? #OiOiOi


A moda dos "óculos geek" prometem dar um status de nerd às meninas que não são, nem de longe e nem de perto (olhando com lentes multifocal, rsrs), as mais inteligentes da turma. Roupas e acessórios falsificados são exibidos como se fossem originais, na esperança de parecerem mais ricas, mais luxuosas, mais chiques. E o que falar das mulheres que usam calças "levanta bumbum" e não se permitem sair sem cinta ou sutiã de enchimento por causa dos seus "defeitinhos"?


Outro exemplo disso eu percebi na primeira vez que saí na night depois de 9 anos num relacionamento onde os eventos noturnos eram na casa de amigos, no cinema ou teatro. Não que tenha sido ruim, mas era a primeira vez em 9 anos que eu voltava a uma boate, e eu estava solteira de novo depois de 9 anos.
A estranheza começou ao escolher a roupa para o tal evento. No meu guardarroupas só tinha roupa de mulher casada, que passavam a imagem de "mulher respeitável" que eu era, e ainda sou, apesar de não estar mais casada. Mas eu queria passar a imagem de mulher "descolada" e não tinha nenhuma peça no meu guardarroupas que me fizesse me sentir assim. E eu percebi algum tempo depois que nenhuma roupa ia me fazer me sentir assim, porque eu não sou assim. Não ia ser dentro de um vestido decotado e justo e em cima de um salto altíssimo que eu ia me sentir à vontade no meio de mulheres dançando vulgarmente e homens que definitivamente não me interessavam.

Quando eu estou triste, não tenho ânimo pra me maquiar e me arrumar. Quem me conhece sabe que estou mal. Mas esse não é o "normal". Vemos por aí atrizes passeando em cima do salto, maquiadas e sorridentes depois de terminarem um relacionamento. Vemos blogueiras posando glamourosas nos seus #looksdodia enquanto andam de ônibus ou de metrô e parcelam as roupas em 10x sem juros no cartão de crédito.

É claro que colocar a sua roupa favorita, um batom que valorize o seu sorriso e um salto alto que eleve a sua autoestima pode dar um upgrade no seu humor e melhorar o seu dia, mas eu não consigo estar em discordância entre o que eu sou / sinto e o que aparente ser / estar. Porque as aparências podem até enganar os outros, mas o que é que a gente ganha com isso mesmo, hein? #prontofalei

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Mulheres...


"A vida é complicada porque nós mulheres romantizamos tudo, ou quase tudo, ou justamente o que não deveríamos, a gente faz planos mesmo em cima dos silêncios deles, a gente vê beleza em cada sumiço, a gente vê olhares de amor no mais puro olhar de tesão..."
(Tati Bernardi)

Se não tivesse um adesivo tão lindo na minha geladeira, eu colaria essa frase nela, pra eu nunca mais esquecer! Tati Bernardi, sua linda! Muah!!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Resgate sua preciosidade

Enquanto eu estava sofrendo horrores por conta de tudo que aconteceu na minha vida pessoal (e que vocês, apesar de não saberem em detalhes, acompanharam alguns desabafos por aqui e suuuuuper me apoiaram - obrigada!! ♥ vocês!!), uma amiga queridíssima me emprestou o livro "Não comi nem rezei mas me amei" da escritora Gisela Rao.
Como psicóloga, eu fiquei com o pé atrás inicialmente, porque ODEIO livros de autoajuda, mas esse é diferente. E eu recomendo por dois motivos: É engraçado e é feito por uma mulher "comum" para mulheres "comuns" como nós.
E a Gisela tem um blog igualmente interessante, que é o Vigilantes da Auto Estima, que desde que acabei de ler o livro eu leio quase diariamente, e também recomendo.


Num dos posts, com o mesmo nome deste, ela falou sobre o resgate da nossa preciosidade, do nosso valor. Como naquele filme Precious, cuja adolescente de nome "Preciosa" sofre pacaralho mas consegue vencer quando começa a acreditar em si mesma.
E então ela compra coroas de princesa para ela e para as amigas, e elas usam numa das reuniões das Vigilantes da Auto Estima. E eu gostei da idéia e vim aqui sugerir que cada uma de nós compre uma coroa de princesa, coloque na cabeça, se olhe no espelho, tire uma foto, e que lembre dessa imagem sempre que a gente pensar em passar o nosso cetro para o primeiro que conhecer, evitando que alguém faça a gente se sentir menos preciosa do que somos!
Eu tirei uma foto com a Rafaele, a tal amiga queridíssima que me emprestou o livro, e vim mostrar pra vocês:


Rafa, ♥ vc!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Lavou, tá novo


No site da Cris Guerra (precisa falar que é o Hoje Vou Assim?) esses dias teve uma coluna com o nome "Lavou, tá novo" tão lindoooooo que eu vou reproduzir aqui, pra nossa alegriaaaaa reflexão:

"Existe um braço da Filosofia que atribui à tristeza o importante papel de “motor da vida”. Explico: fôssemos plenamente felizes, não haveria motivo para mudar as coisas. Não haveria pelo quê lutar ou atrás do quê correr. Ficaríamos estagnados na nossa felicidade cega e não seríamos capazes de seguir em frente.
O fato é que temos pavor da tristeza. Não queremos nada além da completa felicidade a que assistimos no comercial da operadora de celular. Vivemos para fugir da tristeza e isso está nos transformando em legumes anestesiados. Ficamos tão habilidosos em nos esquivar dos dissabores da vida, que passamos a maior parte do tempo dentro da nossa chatinha e previsível zona de conforto.
Não nos apegamos demais aos amigos, pois eles podem ir embora; não nos apegamos demais a quem amamos por medo de não sermos correspondidos; não nos apegamos ao emprego novo, pois pode surgir oportunidade melhor. Sem nos agarrar a nada, ficamos à deriva…
Em vez, agarramo-nos com todas as forças à bolsa nova, ao telefone da moda, aos sapatos do momento. Claro que é um apego temporário, porque na semana que vem surgem versões “novíssimas” que tomarão o lugar das primeiras.
É curioso como gastamos montanhas de dinheiro em um par de jeans estonado, furado e rasgado, um jeans “com história”, e não investimos tanto quanto deveríamos na nossa própria. Qual a graça da calça nova se não usá-la? Qual a graça, então, do coração intacto, sem uso, sem quilometragem?
É o medo de comprometer suas bombas, ter de reparar suas fibras, trocar seus vasos? É o medo da tristeza? Não há com o que se preocupar. O coração, assim como a calça, lavou, tá novo."

Quem escreveu o artigo foi o Augusto Paz. Lindíssimo!!

terça-feira, 3 de abril de 2012

O que tem o bumbum da Scarlett?


Um dos posts mais vistos do meu blog é o "As famosas e suas celulites", que mostra que até as mulheres consideradas as mais belas, as mais sexies e as mais ricas sofrem do mesmo mal que nós, pobres mortais.
E aí que hoje eu venho com o texto do dia 15/02/2012 do Ivan Martins, colunista da revista Época que eu AMO, que é, como ele mesmo definiu, uma lição de beleza e humanidade para todos nós:

"Do ponto de vista estético, esta semana começou e terminou na segunda-feira, com a divulgação, pela internet, das fotos da Scarlett Johansson tomando sol na praia. Depois que atriz mais sensual do mundo pôs a mostra um bumbum salpicado de celulite, não se falou de outra coisa. As fotos dela em biquíni azul invadiram as redes sociais, acompanhadas de dois tipos de comentários. Os homens reafirmavam que ela continuava maravilhosa, enquanto as mulheres pareciam aliviadas com a demonstração de humanidade. É como se dissessem: “Está vendo? Ela é linda, famosa e rica, tem só 27 anos, e TAMBÉM tem celulite”.
Acho que tem aí uma lição para nós todos, e não se trata da necessidade de cortar refrigerantes, fazer drenagem linfática ou se exercitar como uma égua para que a bunda não fique parecida com a de Scarlett. Esse episódio revela nossas obsessões, nossos rígidos padrões corporais e, sobretudo, a forma como essas duas coisas conjugadas dominam o imaginário de homens e mulheres numa época de exposição total como a que vivemos.
As pessoas sempre foram fascinadas pela fama e pela beleza, mas nunca, até agora, tinham tido a chance de espiar tão de perto o corpo das celebridades. No passado, uma artista como Scarlett teria tido a chance de balançar o bumbum por aí numa praia de ricos sem ser captada pela lente de um fotógrafo. Isso acabou. Qualquer pessoa famosa que saia em público precisa assumir que cada gesto dele ou dela está sendo registrado. Se não houver na redondeza um fotógrafo profissional, haverá um de nós, gente normal, com um celular de alta potência fotográfica e cara de pau suficiente para apontar a lente para a Fulana ou Fulano fazendo o que quer que seja, inclusive tendo celulite.
Fico imaginando como era a bunda da Grace Kelly, da Sophia Loren ou da Greta Garbo, para ficar em três mitos do cinema que nunca – que eu saiba – tiveram seus traseiros expostos dessa forma. Teriam derrières de passistas, lisos e duros como pedra, ou seriam apenas humanas, mulheres cuja divindade deveria ser cultuada de roupa, sem chance de desapontamento? Duvido. Fui tirar a dúvida na internet e não consegui: não se acham fotos dessas divas antigas de biquíni, à luz cruel do dia. Mas escreva o nome de Júlia Roberts, acompanhada da palavra inglesa “ass”, e aparecem, instantaneamente, dezenas de fotos da atriz, linda, magra e imperfeita mãe de três filhos, se expondo na praia de uma forma que o assessor de imagem dela gostaria de evitar.
Se a preocupação estética fosse apenas com o corpo dos artistas, não seria um grande problema. Eles são poucos e é possível racionalizar que esse tipo de invasão está incluído no gordo salário que a fama proporciona. Mas a obsessão com o corpo perfeito vai muito além deles. Ela está em toda parte. Chegou a nós. Atinge mulheres (e mesmo homens) de todas as idades, gente que fica maluca se achando gorda, indefinida, flácida ou... vítima de celulite e estrias. Não é fácil lidar com pessoas nesse estado de espírito. Qualquer frase que insinue que a sua namorada possa estar um pouco acima do peso – ainda que seja um elogio sobre a gostosura dela – é recebida como crítica e pode abalar a segurança da pessoa. Coisas como estrias e (pssiuuu...) celulite simplesmente não podem ser mencionadas. A única maneira segura de falar desses assuntos é no plural - “Todas as mulheres têm celulite” – ou na terceira pessoa. “Você viu as fotos da Fulana com estrias?” A mulher com quem você está falando não sofre dessas coisas, jamais.
Mas este é um daqueles assuntos em que ninguém está sendo inteiramente sincero.
É claro que Scarlett continua linda, lindíssima, e cada vez mais atraente, mas a celulite dela está lá, e os homens percebem. Ao contrário da lenda benigna propagada por aí, homem enxerga celulite, reconhece estrias e, depois de certa idade, sabe perfeitamente a diferença entre uma coisa e outra – sabe o suficiente, inclusive, para calar a boca e fingir que não está vendo. Afinal, um olhar mais detido ou uma carícia repetida (como a de quem notasse uma pequena saliência numa superfície lisa) pode destruir irremediavelmente um momento de perfeita intimidade.
Tampouco é verdade que todas as mulheres têm celulite, como virou obrigatório dizer. Muitas mulheres não têm celulite (embora eu nunca tenha encontrado alguma que não tenha Estrias), e isso não faz delas deusas encarnadas. É apenas uma característica corporal, entre tantas outras. Scarlett Johansson é linda e tem celulite, assim como outras mulheres não têm celulite e nem são bonitas. E daí? Os homens não saem comentando um para os outros: “Você viu aquela Fulana na praia? Ela não tem nenhuma celulite”. Esse não é o repertório masculino. Homens não funcionam assim. Eles percebem os detalhes, mas são tomados pela força do conjunto, pela exuberância das partes. As mulheres têm um olhar minucioso, particularista e extremamente crítico - e acham que o resto da humanidade é igual. Não é, fiquem tranquilas.
Quem soube aproveitar a discussão sobre a bunda da Scarlett para obter um avanço pessoal foi um sensato amigo meu. Ele mostrou as fotos da loirinha para a namorada dele e a convenceu, com base na evidência pericial, de que ela não precisava mais ficar numa dieta de salada quando eles comiam fora. Ambos ficaram mais felizes. Acho que esse deveria ser o espírito geral. Já que a vida dos famosos invade a nossa, vamos usar o exemplo deles de forma inspiradora. Que o bumbum da Scarlett sirva para mostrar às nossas irmãs, amigas, namoradas e mulheres que, sim, bumbuns com celulite são aceitáveis, continuam lindos e podem ser intensa e profundamente amados."

Ivan Martins, ♥ vc!!
E sim, eu sou contraditória.

terça-feira, 27 de março de 2012

Dica de beleza (e de vida) do dia

Arrume alguém para borrar o seu batom, não o seu rímel! #ficadica


Eu já parei de borrar o rímel... agora só falta começar a borrar o batom! rsrsrsrs

segunda-feira, 26 de março de 2012

A importância da imagem


Muita gente acha que ter um blog de moda ou gostar de assuntos relacionados à moda é fútil. Mas esse tipo de pensamento só vem de quem não sabe da importância da imagem.

O blog da Personal Stylist Ana Franco é muito bacana, e ela é uma fofa!
Gostei muito do post dela sobre a importância da imagem para a atriz Juliana Alves, para a nossa reflexão. Clica aqui pra ler!

sábado, 17 de março de 2012

Brilho x Sombra


"Não queira ser o brilho na vida de alguém que não merece nem a sua sombra!"
 
Entendeu?

sexta-feira, 16 de março de 2012

Saindo do salto


"Estou sempre em cima do salto, mas se eu resolver descer dele, corre!"

Porque nós somos dessas, né? rs

sábado, 10 de março de 2012

Pá!

"Não dou o direito a ninguém de me machucar... só aos meus sapatos, porque sei que mesmo me machucando, eles me deixam linda!"


Não sei de quem é a autoria da frase, mas bem que podia ser da Carrie, né? E minha também...

OBS: Só pra esclarecer, o "Pá!" do título é o som de um tapa na cara rsrs

sexta-feira, 9 de março de 2012

As aparências enganam

Que eu estou passando por um momento delicado na minha vida pessoal / emocional ultimamente vocês já sabem.
Depois de muito tempo dentro da concha, resolvi voltar a viver, e aceitei sair de casa e ir hoje no casamento de uma amiga querida com outra amiga igualmente especial.

Ia fazer um post sobre mulheres que se mostram poderosas e estáveis por fora, mesmo estando destruídas por dentro. Afinal, a vida não para pra gente sofrer né?
A personagem da Meryl Streep em "O diabo veste Prada", Miranda Priestly, e a saudosa Lady Di são dois exemplos que consigo lembrar agora, e que são tão emblemáticos que permitem que eu não precise escrever muito para passar a mensagem que eu gostaria porque a imagem e a história delas falam por si só.




E pra finalizar a minha mensagem, uma frase da Tati Bernardi:
"Maquiagem bem feita, um cabelo bem arrumado e o coração remendado. 
Ótimo, ninguém vai suspeitar!"


Porque às vezes (se) enganar é preciso. Life goes on!