Antes de começar o post, peço desculpas pela palavra de baixo calão no título, mas vocês verão que é por um motivo justo.
Mais cedo eu fui encontrar com uma amiga (amiga mesmo, de váriooooos anos) e estava com o look da foto que postei no Instagram, antes de sair ao encontro dela:
Assim que ela me viu, comentou: "Que estranho você de vestido de menininha meiga e batom de puta! kkkkkkk"
E vocês que vêem essa foto e não me conhecem? O que vêem na foto? Uma menininha meiga ou uma puta?
Tenho certeza de que a minha amiga não me considera uma puta e que a intenção dela não era me ofender (ou eu falaria dela no post como uma "ex-amiga") e o que me preocupa na frase dela não é o conceito que ela tem de mim, mas o preconceito que eu vi por trás do que ela falou. Talvez o batom vermelho (que eu falei num post mais cedo) que eu estava usando não tenha passado a imagem de uma mulher de atitude (que eu sou e ela sabe disso) mas sim de uma mulher vulgar, e ao fazer esse comentário, ela deixou que esse preconceito fosse mais forte que a imagem que ela tem de mim.
Eu pensei em explicar a ela que uma mulher pode sim, ser "meiga" e "puta" ao mesmo tempo, dizer que representamos diversos papéis durante a nossa vida, em situações e momentos diferentes (ela é mãe, esposa, filha, estudante, irmã, amiga...), mas como ela está passando por um momento muito difícil (está no meio de um divórcio), eu achei melhor não tocar nesse assunto. E também não vou me aprofundar aqui, já que não é o local ideal e o papel que eu exerço enquanto escrevo esse blog é falar de comportamento ligado à moda, mas deixo aqui a indicação de um texto para quem tiver mais de 18 anos, a mente aberta e interesse no assunto.
O que vale a pena citar aqui é o preconceito que as pessoas têm ao olharem para uma pessoa pela primeira vez, a tal primeira impressão. Muitas vezes fazemos ligações perigosas e injustas ao julgar as pessoas pelo seu visual:
* Toda vestida de preto? Hum, deve ser roqueira, deve ser uma drogada.
* Estampa de florzinha? Deve ser uma bobona romântica!
* Que roupa curta, deve ser uma piriguete.
* Batom vermelho? Uma puta!
* Óculos de grau? Nerd, com certeza.
* Terninho? Deve ser uma mulher séria.
E então eu lembrei de um episódio que eu presenciei no ensino médio. Eu era amiga de 2 meninas (hoje apenas uma delas continua na minha vida) e numa segunda-feira era comum todo mundo chegar com os cabelos e unhas feitas. Uma chegou mostrando o esmalte, que era bem clarinho, e disse "unha de virgem". A outra mostrou as unhas pretas e disse "unha de puta". Era tudo uma grande brincadeira, mas o engraçado mesmo era eu ver que o esmalte que elas usavam não diziam exatamente nada da personalidade delas. A menina que tinha "unha de virgem" era amante do amigo do pai dela, enquanto a que tinha "unha de puta" namorava há 3 anos, era fiel e (pasmem! <- percebam a ironia) virgem!
É fato que passamos uma imagem através do que vestimos e da maneira como nos portamos, mas a imagem é uma soma de elementos. Quando vemos uma mulher de saia curta + barriga de fora + sapato alto + decote + batom vermelho + unhas vermelhas andando rebolativa e provocante em uma rua escura altas horas da noite podemos pensar que se trata de uma garota de programa (e pode ser que seja apenas uma garota sem noção ou com mal gosto), por causa do estereótipo (um conjunto de ideias preconcebidas que resultam em uma generalização que nos leva a classificar pessoas ou grupo de pessoas) em torno das mocinhas de "vida fácil". Quem não se lembra do visual da Bebel como garota de programa e de como as pessoas a olhavam com mais respeito quando ela apareceu com um visual "mais respeitoso"? Mesma pessoa, mesma personalidade, dentro de roupas diferentes. Pessoas diferentes? Não. Julgamentos diferentes.
Voltando ao post sobre o batom vermelho da Miriam, vale dizer que é um ponto positivo para a Globo, que pelo papel de formadora de opiniões que exerce, acertou em cheio ao colocar a mocinha da trama usando batom vermelho ao mesmo tempo que em outra novela ela mostra a Carminha, que é vilã, usando roupas e maquiagem claras (que também foi motivo de post aqui no blog).
Pois é. As aparências enganam e o pior cego é aquele que não quer ver. #prontofalei
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quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Meiga ou puta?
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Testei e gostei
Não sei se já comentei aqui, mas eu calço 33,5. Sim, 33,5... a maioria dos sapatos 33 me apertam e fazem bolhas, enquanto os sapatos 34 machucam justamente por ficarem largos nos meus pés, roçando no calcanhar.
Justamente por isso, quando encontro um sapatinho de cristal que me calce bem, eu preciso comprar logo, independente do preço, já que a maioria das lojas que recebem essa numeração só recebem um ou dois pares 33/34.
Ontem eu fui fazer uma entrevista de emprego e pela primeira vez consegui usar o meu sapato assassino (toda mulher tem um daqueles que nos fazem sofrer enquanto nos deixa linda, né?!) sem sentir dor ou ganhar uma nova bolha ou calo. E isso graças à uma dica super valiosa da amiga Keyla, do Vida de Margarina. E a dica foi tão valiosa que eu vim passar adiante:
Esse bichinho é milagroso mesmo!! Pequenininho, mas eficiente!!
É passar um pouquinho nas áreas com calos e bolhas, calçar os sapatos e sair sentindo-se preparada para ganhar o mundo!
Valeu a dica, Keylinha!!
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
As aparências enganam
Roupas, sapatos, make e acessórios ajudam a montar os nossos #looksdodia todos os dias. Mas ao invés de mostrar ao mundo o que somos, a nossa personalidade, o nosso estilo, o nosso humor e até mesmo a nossa classe social, muitas vezes o uso que fazemos disso tudo mostra tudo menos a nossa realidade.
Certa vez estava em Campos do Jordão e o dono da pousada fazia um desabafo no café da manhã, tentando nos convencer a não andar na maria fumaça da cidade porque o valor da passagem não valia o passeio (mentira dele, vale super a pena, a viagem é lindaaaaaaa!) e dizendo que o mundo era muito capitalista, que ele não aceitava o fato de a cozinheira dele ganhar R$500 por mês e pagar R$200 numa calça jeans para passear pela cidade à noite "como se fosse igual aos turistas da cidade". O discurso era até bonitinho, mas ele bem que cobrou as diárias da gente (e bem caro, por sinal rsrs).
Esses dias a figurinista da novela Avenida Brasil explicou porque a Carminha (personagem da Adriana Esteves) só usa roupas claras e camisas de babado: "Pra parecer uma mulher de família, honesta e de bom caráter." Pois é. Quem desconfiaria que uma mulher com calça branca e camisa pastel de babados trai e rouba o marido, e abandonou criancinhas no lixão? Ninguém né? Ou não? #OiOiOi
A moda dos "óculos geek" prometem dar um status de nerd às meninas que não são, nem de longe e nem de perto (olhando com lentes multifocal, rsrs), as mais inteligentes da turma. Roupas e acessórios falsificados são exibidos como se fossem originais, na esperança de parecerem mais ricas, mais luxuosas, mais chiques. E o que falar das mulheres que usam calças "levanta bumbum" e não se permitem sair sem cinta ou sutiã de enchimento por causa dos seus "defeitinhos"?
Outro exemplo disso eu percebi na primeira vez que saí na night depois de 9 anos num relacionamento onde os eventos noturnos eram na casa de amigos, no cinema ou teatro. Não que tenha sido ruim, mas era a primeira vez em 9 anos que eu voltava a uma boate, e eu estava solteira de novo depois de 9 anos.
A estranheza começou ao escolher a roupa para o tal evento. No meu guardarroupas só tinha roupa de mulher casada, que passavam a imagem de "mulher respeitável" que eu era, e ainda sou, apesar de não estar mais casada. Mas eu queria passar a imagem de mulher "descolada" e não tinha nenhuma peça no meu guardarroupas que me fizesse me sentir assim. E eu percebi algum tempo depois que nenhuma roupa ia me fazer me sentir assim, porque eu não sou assim. Não ia ser dentro de um vestido decotado e justo e em cima de um salto altíssimo que eu ia me sentir à vontade no meio de mulheres dançando vulgarmente e homens que definitivamente não me interessavam.
Quando eu estou triste, não tenho ânimo pra me maquiar e me arrumar. Quem me conhece sabe que estou mal. Mas esse não é o "normal". Vemos por aí atrizes passeando em cima do salto, maquiadas e sorridentes depois de terminarem um relacionamento. Vemos blogueiras posando glamourosas nos seus #looksdodia enquanto andam de ônibus ou de metrô e parcelam as roupas em 10x sem juros no cartão de crédito.
É claro que colocar a sua roupa favorita, um batom que valorize o seu sorriso e um salto alto que eleve a sua autoestima pode dar um upgrade no seu humor e melhorar o seu dia, mas eu não consigo estar em discordância entre o que eu sou / sinto e o que aparente ser / estar. Porque as aparências podem até enganar os outros, mas o que é que a gente ganha com isso mesmo, hein? #prontofalei
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Respeito às curvas
A marca de lingerie Pliê lançou uma campanha publicitária muito bacana, com o nome "Respeito às curvas", juntando as grandes curvas da cantora Preta Gil às curvas discretas da modelo Bárbara Fialho.
A primeira surpresa vem logo nessa primeira foto e frase. Afinal, modelo tem curvas? Siiiiim! Não precisamos ser curvilíneas para considerar que temos curvas. O corpo feminino é formado de curvas. Quadril, seios, pernas. Seja a mulher PP, P, M, G, GG.
Em 2005 eu participei de um concurso cultural da Dove, onde as participantes deveriam criar uma frase dizendo porque você tem orgulho das suas curvas. Eu fui selecionada junto com outras 4 meninas (3 delas são minhas amigas até hoje!) e a minha frase foi mais ou menos assim: "Faço o estilo mignon e não mudaria nada em meu corpo, porque sou feliz e amada assim: sem curvas!"
Quase 7 anos depois, continuo com as mesmas poucas curvas e com o mesmo pensamento. Na maioria das vezes, a minha escolha por uma roupa nada tem a ver com a intenção de parecer mais curvilínea. Nunca pensei em colocar prótese de silicone. Eu respeito as minhas curvas, e assim como há 7 anos atrás, eu sou feliz e amada assim... sem curvas!! A única coisa que eu corrigiria na frase hoje, mais madura, seria dizer que tenho curvas sim, apesar de suaves!
Essas são as minhas fotos da Campanha da Dove pela Real Beleza, para as revistas NOVA e Boa Forma.
Um dos prêmios foram essas roupas, compradas com auxílio da personal stylist da revista NOVA justamente para valorizar o meu corpo. Foi TÃO bom entrar nas lojas, comprar (coisas caríssimas) e não pagar... rsrsrs, mas ainda melhor foi saber o que comprar pra valorizar as minhas curvas, e não para parecer ter um corpo que eu não tenho.
E essa é a foto da campanha da Pliê, que ainda não foi lançada oficialmente, mas que pelo serviço prestado à sociedade, já é sucesso na internet:
Vamos ser felizes, mulherada! Independente do tamanho do sutiã ou da calça jeans! Vamos respeitar as nossas curvas (e as curvas alheias)!
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quinta-feira, 12 de abril de 2012
Como comprar em lojas de departamento
Duas verdades do mundo fashion que a gente deve lembrar sempre: 1) Nem sempre uma roupa que custou caro vai ser de boa qualidade, e 2) nem sempre uma roupa que custou barato vai ser de má qualidade.
Muitas vezes as pessoas elogiam uma roupa que estou usando e torcem o nariz ou se mostram surpresas quando digo que é da C&A, por exemplo. Algumas vezes paguei caro numa peça de roupa que vi estragar na segunda lavagem.
Além dos profissionais especializados em pesquisar o que está na moda e levar essa informação às pessoas que não podem pagar caro por uma roupa de marca, as lojas de departamento contam com a parceria com estilistas e marcas para fazerem coleções exclusivas, e algumas pessoas que não usavam peças dessas lojas estão "se arriscando" um pouco mais, justamente por acharem que por serem um pouco mais caras que as peças "normais" da loja, estão comprando a garantia de peças de maior qualidade (o que na maioria das vezes até é, mas não é uma regra).
Então vem a pergunta: Como comprar em lojas de departamento, peças que não sejam de coleções especiais?
1) Como a produção é em massa e não existe um controle de qualidade muito rigoroso, uma blusa G pode ser mais larga que outra igualzinha e - na teoria - do mesmo tamanho, assim como uma calça 36 pode ficar mais apertada que outra, também 36. Por isso, vale a pena procurar outra peça igual na mesma arara, se a primeira não ficou legal no provador. Isso acontece MUITO comigo e as calças da Levi's. Nem sempre as calças 24 são do mesmo tamanho e vestem bem, e são beeeem mais caras que as da C&A.
2) Peças básicas ou super tendências são boas aquisições. A primeira porque serão muito usadas, e a segunda porque serão pouco usadas. É a relação custo x benefício na prática.
3) Quanto menos detalhes a peça tiver, menos risco de ser mal feita. Nada de cortes assimétricos, estampas - principalmente listras -, brilhos, aplicações, bordados, etc.
Se até a duquesa Kate Middleton e a primeira dama dos EUA Michelle Obama usam roupas de lojas de departamento, porque nós, meras mortais, achamos que só vamos estar bem vestidas com roupas de grife? E não, a loja de departamentos de lá não é diferente da loja de departamentos daqui (em qualidade... já nos preços...). #ficadica
terça-feira, 10 de abril de 2012
Resgate sua preciosidade
Enquanto eu estava sofrendo horrores por conta de tudo que aconteceu na minha vida pessoal (e que vocês, apesar de não saberem em detalhes, acompanharam alguns desabafos por aqui e suuuuuper me apoiaram - obrigada!! ♥ vocês!!), uma amiga queridíssima me emprestou o livro "Não comi nem rezei mas me amei" da escritora Gisela Rao.
Como psicóloga, eu fiquei com o pé atrás inicialmente, porque ODEIO livros de autoajuda, mas esse é diferente. E eu recomendo por dois motivos: É engraçado e é feito por uma mulher "comum" para mulheres "comuns" como nós.
E a Gisela tem um blog igualmente interessante, que é o Vigilantes da Auto Estima, que desde que acabei de ler o livro eu leioquase diariamente, e também recomendo.
Num dos posts, com o mesmo nome deste, ela falou sobre o resgate da nossa preciosidade, do nosso valor. Como naquele filme Precious, cuja adolescente de nome "Preciosa" sofre pacaralho mas consegue vencer quando começa a acreditar em si mesma.
E então ela compra coroas de princesa para ela e para as amigas, e elas usam numa das reuniões das Vigilantes da Auto Estima. E eu gostei da idéia e vim aqui sugerir que cada uma de nós compre uma coroa de princesa, coloque na cabeça, se olhe no espelho, tire uma foto, e que lembre dessa imagem sempre que a gente pensar em passar o nosso cetro para o primeiro que conhecer, evitando que alguém faça a gente se sentir menos preciosa do que somos!
Eu tirei uma foto com a Rafaele, a tal amiga queridíssima que me emprestou o livro, e vim mostrar pra vocês:
Rafa, ♥ vc!
Como psicóloga, eu fiquei com o pé atrás inicialmente, porque ODEIO livros de autoajuda, mas esse é diferente. E eu recomendo por dois motivos: É engraçado e é feito por uma mulher "comum" para mulheres "comuns" como nós.
E a Gisela tem um blog igualmente interessante, que é o Vigilantes da Auto Estima, que desde que acabei de ler o livro eu leio
Num dos posts, com o mesmo nome deste, ela falou sobre o resgate da nossa preciosidade, do nosso valor. Como naquele filme Precious, cuja adolescente de nome "Preciosa" sofre pacaralho mas consegue vencer quando começa a acreditar em si mesma.
E então ela compra coroas de princesa para ela e para as amigas, e elas usam numa das reuniões das Vigilantes da Auto Estima. E eu gostei da idéia e vim aqui sugerir que cada uma de nós compre uma coroa de princesa, coloque na cabeça, se olhe no espelho, tire uma foto, e que lembre dessa imagem sempre que a gente pensar em passar o nosso cetro para o primeiro que conhecer, evitando que alguém faça a gente se sentir menos preciosa do que somos!
Eu tirei uma foto com a Rafaele, a tal amiga queridíssima que me emprestou o livro, e vim mostrar pra vocês:
Rafa, ♥ vc!
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Top Fashion Bazar - Novo local
O Top Fashion Bazar começou hoje genthy! Dessa vez em novo endereço:
Local: Clube Marapendi
Endereço: Avenida das Américas, 3079 - Barra da Tijuca
Datas: 04 de abril a 20 de maio
Horário: das 16h às 22h
Entrada gratuita
Estacionamento: R$ 5,00
Endereço: Avenida das Américas, 3079 - Barra da Tijuca
Datas: 04 de abril a 20 de maio
Horário: das 16h às 22h
Entrada gratuita
Estacionamento: R$ 5,00
Simbora gastar??
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segunda-feira, 19 de março de 2012
Esquadrão da moda está de volta!
Que delícia de notícia boa que eu vi no facebook ainda a pouco!!!!
Depois de um ano de "férias", o Esquadrão da Moda vai voltar ao ar!!
Você conhece alguma mulher que não sabe se vestir?
Uma mulher que não tem bom gosto, que não sabe comprar roupas?
Daquelas que só usa roupas velhas e sem estilo nenhum?
Que guarda velharias no guarda-roupa? Que vive repetindo uma mesma peça de roupa?
Que usa roupas "espalhafatosas" em lugares inapropriados?
Se você conhece alguém assim, essa mulher tem tudo para participar do Esquadrão da Moda e receber as dicas dos nossos especialistas!
Indique ela para a produção do programa.
O programa volta ao ar no dia 21/04 às 20:30h, no SBT!
Quem está ansiosa levanta a mão! o/
segunda-feira, 5 de março de 2012
A beleza está nos olhos de quem vê
Quem nunca ouviu a frase "quem ama o feio, bonito lhe parece"? Essa frase, no meu entendimento, nada tem a ver com a questão de gosto (o famoso "gosto não se discute") e sim porque a beleza está nos olhos de quem vê.
Lembram do post que eu falava sobre as modelos deficientes que desfilaram no SPFW ano passado? Se não, clica aqui. E do post que falei sobre o ensaio fotográfico com mulheres com câncer? Dá uma lembrada, clicando aqui.
Hoje eu trago outro exemplo de exploração de uma beleza que ultrapassa o conceito de beleza que a gente conhece e que a maioria dos blogs de moda comentam: Fala da beleza de viver da maneira como pode, enfrentando os desafios que a vida joga na nossa cara, e ainda assim, se sentir bela, viva, e feliz!
A fotógrafa Kica de Castro começou a fotografar deficientes num centro de reabilitação no Tatuapé-SP, e segundo as suas palavras, "era muito frio fotografar aqueles corpos nus, segurando uma plaquinha, como numa prisão", então ela resolveu inovar, e antes da foto que ia para a ficha médica, ela faz um "editorial de moda" com eles, até que eles fiquem mais à vontade.
E os pacientes ficaram tão à vontade, que começaram a pedir books de moda, e em 2007 ela abriu a sua agência para deficientes, e já tem 80 modelos, no Brasil todo!
Esses são alguns exemplos de que o belo não é o que vemos nas capas de revista, e em desfiles tradicionais. Belo é saber viver a vida, e valorizar as coisas boas, apesar das ruins!
No site da agência tem um texto sobre diversidade estética muitoooo legal! Vale a pena ler!
Lembram do post que eu falava sobre as modelos deficientes que desfilaram no SPFW ano passado? Se não, clica aqui. E do post que falei sobre o ensaio fotográfico com mulheres com câncer? Dá uma lembrada, clicando aqui.
Hoje eu trago outro exemplo de exploração de uma beleza que ultrapassa o conceito de beleza que a gente conhece e que a maioria dos blogs de moda comentam: Fala da beleza de viver da maneira como pode, enfrentando os desafios que a vida joga na nossa cara, e ainda assim, se sentir bela, viva, e feliz!
A fotógrafa Kica de Castro começou a fotografar deficientes num centro de reabilitação no Tatuapé-SP, e segundo as suas palavras, "era muito frio fotografar aqueles corpos nus, segurando uma plaquinha, como numa prisão", então ela resolveu inovar, e antes da foto que ia para a ficha médica, ela faz um "editorial de moda" com eles, até que eles fiquem mais à vontade.
E os pacientes ficaram tão à vontade, que começaram a pedir books de moda, e em 2007 ela abriu a sua agência para deficientes, e já tem 80 modelos, no Brasil todo!
Esses são alguns exemplos de que o belo não é o que vemos nas capas de revista, e em desfiles tradicionais. Belo é saber viver a vida, e valorizar as coisas boas, apesar das ruins!
No site da agência tem um texto sobre diversidade estética muitoooo legal! Vale a pena ler!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Há beleza no câncer de mama
Outubro é o mês de combate ao câncer de mama e além das dores físicas e psicológicas causadas por essa doença, existe o fator "autoestima", que é muito castigado, já que o seio é o símbolo maior da feminilidade e sensualidade.
Mas, ainda assim, é possível ser feliz e sentir-se bela. Enfeitadas por lenços, batom, sombra e muita coragem, elas são a imagem real da doença que faz 50 mil vítimas por ano no Brasil. E todo dia travam uma luta diária para não serem resumidas ao tumor que já carregaram – algumas ainda carregam – no corpo. Caso se rendessem aos estereótipos, contam todas, seriam enxergadas só como pacientes carecas, sem peito, inchadas e tristes.
O Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp) fez uma sessão de fotos com algumas pacientes, além de ministrar uma palestra sobre autoestima. Vamos ver algumas fotos?
Manter a autoestima, independente de qualquer coisa, é o segredo da felicidade!
Pra conhecer um pouco mais da história dessas heroínas aqui em cima, é só clicar aqui.
Mas, ainda assim, é possível ser feliz e sentir-se bela. Enfeitadas por lenços, batom, sombra e muita coragem, elas são a imagem real da doença que faz 50 mil vítimas por ano no Brasil. E todo dia travam uma luta diária para não serem resumidas ao tumor que já carregaram – algumas ainda carregam – no corpo. Caso se rendessem aos estereótipos, contam todas, seriam enxergadas só como pacientes carecas, sem peito, inchadas e tristes.
O Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp) fez uma sessão de fotos com algumas pacientes, além de ministrar uma palestra sobre autoestima. Vamos ver algumas fotos?
Manter a autoestima, independente de qualquer coisa, é o segredo da felicidade!
Pra conhecer um pouco mais da história dessas heroínas aqui em cima, é só clicar aqui.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Love your body
"I am beautiful no matter what they say
Words can't bring me down
I am beautiful in every single way
Yes, words can't bring me down
So don't you bring me down today"
Words can't bring me down
I am beautiful in every single way
Yes, words can't bring me down
So don't you bring me down today"
(Beautiful - Cristina Aguilera)
Alarmada pelo índice cada vez maior de mulheres que desenvolvem problemas alimentares — sem contar a sensação psicológica de exclusão dos padrões –, as mulheres da fundação norte-americana NOW – National Organization for Women (Organização Nacional das Mulheres) decidiram criar um dia especial, para alertar as mulheres sobre a importância de encontrar sua própria beleza, em vez de tentar alcançar os padrões de revistas e passarelas – que, cá entre nós, só existem à base de muito make up e photoshop. Nascia o Love Your Body Day – algo como “Dia de Amar o Seu Corpo”.
Para celebrar, vale tudo, das menores às maiores atitudes: dar um tempo na sua autocrítica com o espelho; agendar uma boa massagem e, depois, comer sua sobremesa favorita sem culpa, mandar um cartão virtual para espalhar a ideia – escrever no seu blog a respeito... se amar do jeito que você é!
Eu vou deixar aqui o clipe da música "Beautiful", da Cristina Aguilera. Vamos refletir?
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Levi’s ID Curve
Lembra quando eu falei aqui sobre a numeração real das roupas e da loucura que é comprar tamanhos diferentes em lojas diferentes?
A Levi's tem uma linha de calças jeans (Levi’s ID Curve), para atender ao tipo de corpo de cada mulher, de acordo com o tamanho de suas curvas. Slight (para quem não tem curvas - cintura e bumbum), Demi (para quem tem algumas curvas), Bold (para as curvilíneas, com cintura e quadris acentuados) e Supreme (para atender quem tem MUITAS curvas)!
No site da Levi's nós conseguimos saber qual a melhor calça para as nossas curvas.
Eu sou Bold. E você?
A Levi's tem uma linha de calças jeans (Levi’s ID Curve), para atender ao tipo de corpo de cada mulher, de acordo com o tamanho de suas curvas. Slight (para quem não tem curvas - cintura e bumbum), Demi (para quem tem algumas curvas), Bold (para as curvilíneas, com cintura e quadris acentuados) e Supreme (para atender quem tem MUITAS curvas)!
No site da Levi's nós conseguimos saber qual a melhor calça para as nossas curvas.
Eu sou Bold. E você?
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Você conhece MESMO o seu corpo?
De todos os distúrbios psicológicos que uma pessoa pode ter, um dos mais sérios (e tristes) é o distúrbio alimentar. Estudo feito recentemente nos USA descobriu que 96% das mulheres com distúrbios alimentares acreditam que seus quadris são 16% maiores e sua cintura 25% maiores do que realmente são, e apenas 1 em cada 17 mulheres com peso saudável se acha magra.
O site My Body Gallery foi desenvolvido para ajudar às pessoas a conhecerem melhor o seu corpo, do jeito que ele realmente é.
O site funciona como um banco de dados, com fotografias e informações de peso, altura, forma do corpo e até a numeração das roupas, sem identificação.
Quem quiser mandar os seus dados vai precisar converter essas informações, já que os dados estão em medidas americanas.
Vale a pena perceber que não está tão fora de forma quanto pensa, deixar essa encanação de lado, e ser feliz!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Miss Plus Size Carioca
Você veste manequim maior que 46? Sonha em ser tão famosa e sucedida como a Fluvia Lacerda, considerada a Gisele Bundchen do Plus Size? Que tal lançar-se no mundo Plus Size?
Em outubro acontece a 2ª edição do Miss Plus Size Carioca, que vai eleger a gordinha mais bela do Rio de Janeiro.
As candidatas serão julgadas por uma comissão formada por fotógrafos, estilistas, lojistas e empresários. As primeiras colocadas ganham viagens, roupas de lojas especializadas e tratamentos estéticos.
O Miss Plus Size Carioca acontece no dia 23 de outubro, às 19 horas, na Lona Cultural de Jacarepaguá, no Tanque, na Zona Oeste do Rio.
As inscrições podem ser feitas pelos telefones 7843-1835 e 3327-1690. #ficadica
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Vanity Sizing: A numeração REAL das roupas
Uma amiga pessoal (e leitora do blog) desabafou no Facebook sobre a diminuição da numeração das roupas em algumas lojas, e comentou: "Priscila, isso tem que virar post!". Pronto! Pedido atendido! rsrs
A tradução para o termo "Vanity Sizing" seria "numeração da vaidade", e acontecia inicialmente em países que não têm uma padronização para o tamanho das roupas, paraenganar satisfazer os consumidores, que querem parecer magros e pensar que vestem números pequenos. Foi seguindo esse pensamento que algumas marcas importadas já fabricam peças tamanho 0, 00 e 000. Mas parece que essa moda já chegou ao Brasil.
Eu já comentei algumas vezes que visto 36/PP e também tenho dificuldades para encontrar roupa em algumas lojas. Se o 40 virou 38, o 38 virou 36, o 36 virou 34, e é impossível achar roupa 34. E quem vestia 40 agora veste 42, e quem vestia 42 agora pode vestir até 46, dependendo da loja! Ou seja, quem essas lojas estão agradando?? Pra quem essas roupas estão sendo feitas?
Precisamos de uma padronização de medidas e tamanhos, mesmo que com alguma variação. O consumidor merece ser respeitado.
Mas o mais importante sobre esse assunto é pensar: Que valor damos ao nº que vemos na etiqueta das roupas?
Quando a balança diz um número, não vai ser a etiqueta que vai desmentir. Quando nos olhamos no espelho e não gostamos (ou gostamos) do que vemos, não vai ser o número na etiqueta que vai mudar isso.
Tá certo que a numeração da roupa está diretamente relacionada com a autoestima e que pedir uma peça num tamanho maior (ou no meu caso, menor) pode ser doloroso, mas só serve para acender a luz lá dentro da nossa cabecinha dizendo: "Tem alguma coisa te deixando infeliz".
E se sabemos que o objetivo das marcas é criar essa ilusão de ótica em quem quer parecer mais magro, o contrário não pode incomodar tanto, né? Vamos fazer um trato? Compraremos nossas roupas (no tamanho que tiver e couber) e quando chegarmos em casa, vamos cortar a etiqueta fora! Assim, a imagem que teremos será a imagem que vemos no espelho, e não a de um número num pedaço de pano.
E independente do que vemos no espelho, a idéia é gostar do que vê. Sempre! Não importa se você é tipo Gisele Bundchen tradicional ou a Gisele Bundchen do Plus Size (Flúvia Lacerda). O negócio é ser feliz!
A tradução para o termo "Vanity Sizing" seria "numeração da vaidade", e acontecia inicialmente em países que não têm uma padronização para o tamanho das roupas, para
Eu já comentei algumas vezes que visto 36/PP e também tenho dificuldades para encontrar roupa em algumas lojas. Se o 40 virou 38, o 38 virou 36, o 36 virou 34, e é impossível achar roupa 34. E quem vestia 40 agora veste 42, e quem vestia 42 agora pode vestir até 46, dependendo da loja! Ou seja, quem essas lojas estão agradando?? Pra quem essas roupas estão sendo feitas?
Precisamos de uma padronização de medidas e tamanhos, mesmo que com alguma variação. O consumidor merece ser respeitado.
Mas o mais importante sobre esse assunto é pensar: Que valor damos ao nº que vemos na etiqueta das roupas?
Quando a balança diz um número, não vai ser a etiqueta que vai desmentir. Quando nos olhamos no espelho e não gostamos (ou gostamos) do que vemos, não vai ser o número na etiqueta que vai mudar isso.
Tá certo que a numeração da roupa está diretamente relacionada com a autoestima e que pedir uma peça num tamanho maior (ou no meu caso, menor) pode ser doloroso, mas só serve para acender a luz lá dentro da nossa cabecinha dizendo: "Tem alguma coisa te deixando infeliz".
E se sabemos que o objetivo das marcas é criar essa ilusão de ótica em quem quer parecer mais magro, o contrário não pode incomodar tanto, né? Vamos fazer um trato? Compraremos nossas roupas (no tamanho que tiver e couber) e quando chegarmos em casa, vamos cortar a etiqueta fora! Assim, a imagem que teremos será a imagem que vemos no espelho, e não a de um número num pedaço de pano.
E independente do que vemos no espelho, a idéia é gostar do que vê. Sempre! Não importa se você é tipo Gisele Bundchen tradicional ou a Gisele Bundchen do Plus Size (Flúvia Lacerda). O negócio é ser feliz!
sábado, 6 de agosto de 2011
Cuidar da saúde está na moda
Hoje eu acordei super cedo para cuidar de mim: Tinha uma mamografia para fazer.
Infelizmente, foi a 1ª de muitas que irei fazer, já que como já contei aqui, minha mãe teve câncer e faleceu a 11 anos por isso.
Eu tenho os seios muuuuuuuito pequenos, e por causa de um cisto estão bem doloridos. Como já tinha lido em vários lugares que o exame é dolorido, estava assustada, com muito medo, e sei que só vai passar quando pegar o resultado do exame, na sexta-feira. (Dedinhos cruzados e oração pra mim, meninas!!)
Mas, esse não é um post de desabafo. É um post pra dizer que o exame dói sim, mas dói muito menos do que eu esperava. E dói muito menos do que doeria se eu simplesmente fosse vencida pelo medo e resolvesse esperar pelos 40 anos, que é a idade mínima para fazer o tal exame.
O câncer é uma doença horrível, e quanto antes a gente se preocupar e cuidar do que realmente importa (que é a nossa saúde), mais chances de tratamento e cura.
Uma fotinho antiga (deve ter uns 3 anos) com o símbolo da luta contra o câncer de mama estampado na camisa e na alma!
Espero que seja a última vez que falo dessa doença aqui. Cuidem-se!
Infelizmente, foi a 1ª de muitas que irei fazer, já que como já contei aqui, minha mãe teve câncer e faleceu a 11 anos por isso.
Eu tenho os seios muuuuuuuito pequenos, e por causa de um cisto estão bem doloridos. Como já tinha lido em vários lugares que o exame é dolorido, estava assustada, com muito medo, e sei que só vai passar quando pegar o resultado do exame, na sexta-feira. (Dedinhos cruzados e oração pra mim, meninas!!)
Mas, esse não é um post de desabafo. É um post pra dizer que o exame dói sim, mas dói muito menos do que eu esperava. E dói muito menos do que doeria se eu simplesmente fosse vencida pelo medo e resolvesse esperar pelos 40 anos, que é a idade mínima para fazer o tal exame.
O câncer é uma doença horrível, e quanto antes a gente se preocupar e cuidar do que realmente importa (que é a nossa saúde), mais chances de tratamento e cura.
Uma fotinho antiga (deve ter uns 3 anos) com o símbolo da luta contra o câncer de mama estampado na camisa e na alma!
Espero que seja a última vez que falo dessa doença aqui. Cuidem-se!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Quanto custa uma peça de roupa?
O que custou mais caro: Uma calça jeans de R$500,00 que você vai usar em média 3 vezes num mês, durante 4/5 anos, ou um vestido de paetê que você pagou R$100,00 em uma promoção, e vai poder usar no aniversário da sua melhor amiga, no final de semana?
Quando calculamos o custo de uma peça, precisamos levar em conta algumas características: Qualidade, utilidade e flexibilidade.
A flexibilidade se resume se a peça em questão poderá ser usada mais que uma vez e se irá se encaixar com mais duas ou três peças no seu guarda-roupa. Se a peça em questão só for usada uma vez, ou se só combinar com uma outra peça ou sapato, não é uma boa escolha.
A qualidade da peça fala sobre o tempo de vida útil dela, ou seja, quantas vezes você poderá usufruir da mesma em um ano e quantos anos ela duraria.
Às vezes uma peça acaba se desfazendo em duas ou três lavagens e logo terá que ser substituída. Pagar pouco numa peça de menor qualidade pode se tornar mais atrativo, mas no final você terá um prejuízo maior do que espera.
E por fim, a utilidade. Quanto você precisa dessa peça (esquecendo aquele comercial que diz que sim, precisamos comprar tudo que gostamos ou está barato).
Muitas pessoas pagam caro por peças que vão usar apenas 2 vezes ao ano e relutam em investir em roupas que usariam mais vezes, e projetariam uma imagem melhor.
Vamos fazer a conta antes de comprar alguma coisa, para não se arrependa na hora que chegar em casa (ou na hora que a fatura chegar em casa).
O valor da peça dividida pelo nº de looks que pode compor com ela = A
A dividida pela quantidade de vezes que vai usar a peça no ano = B
B dividido pelo nº de anos que a peça vai durar = $$$ real da peça!
O valor da peça dividida pelo nº de looks que pode compor com ela = A
A dividida pela quantidade de vezes que vai usar a peça no ano = B
B dividido pelo nº de anos que a peça vai durar = $$$ real da peça!
Para saber mais sobre o assunto, leia o post do Blog da Personal Stylist Tais Rolim.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Sapato sob medida? Eu quero!!
Já falei por aqui que eu calço 33/34, né?
Acho meu pé lindo, mas me dá muito trabalho comprar o sapato ideal. Quando compro 33, na maioria das vezes fica apertado. Quando compro 34, fica muito largo. Nas 2 situações, eu sofro bastante com dores, calos, bolhas e queimaduras (de tanto o sapato ralar, quando está frouxo).
Quando acho O SAPATO, preciso comprar, independente do preço. Sei que se pensar melhor, no dia seguinte pode não ter mais, já que é sempre só 1 par dessas numerações pequenas.
Quem tem o pé grande também passa por isso, né? Tenho primas que calçam 38/39 e relatam a mesma dificuldade e sofrimento.
Vi esses dias uma propaganda sobre uma loja que confecciona calçados sob medida e pensei: UAU!
As clientes podem levar uma foto, uma idéia, ou um sapato antigo que quer substituir por um novo. E como o molde é feito no seu pé, o modelo respeita seus calos, joanetes, que um pé é maior que o outro, e assim, oferece mais conforto!
Dois complicadores: 1) A loja fica em São Paulo. 2) Um sapato sob medida pode custar até 3x mais caro.
Para quem mora em São Paulo (e pode pagar), a Sottile é a solução!
Pra quem não pode, basta sonhar com outras filiais da loja (e por preços mais baixos).
Eu já sei que sapato eu faria primeiro: O sapato com laço no tornozelo do desfile do Reinaldo Lourenço pro último SPFW:
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Liquidação do Lápis Vermelho
Ele voltou pra remarcar nossas marcas preferidas em até 70%!! "Todas comemora"! rsrsrs
Á partir de amanhã, num shopping perto de você! (Se fosse longea gente ia você ia do mesmo jeito, né? rsrs). Aproveitem por mim, porque eu não vou.
Á partir de amanhã, num shopping perto de você! (Se fosse longe
Marcadores:
utilidade pública,
Vale a pena conferir
terça-feira, 28 de junho de 2011
Looks para torcer pelo Brasil
Domingo que vem (03/07) o Brasil estará em campo jogando a Copa América, e se nós mulheres não temos obrigação de entender de futebol (lá em casa é diferente, eu gosto e entendo mais de futebol que meu marido rsrs), temos obrigação de fazer bonito na torcida, pros meninos não terem 2 motivos pra expulsar a gente da sala, né?
Para torcer a gente não precisa ter uma camisa oficial, e nem estar de verde e amarelo da cabeça aos pés.
Gosto muito da idéia de montar um look despretensioso, fingindo que a idéia não era se vestir de torcedora.
Vamos ver alguns?
No ano passado, durante a Copa do Mundo, as vitrines se enfeitaram com as cores da nossa bandeira, e quem aproveitou a liquidação que rolou depois que os jogos acabaram, vai poder usar as peças agora de novo.
A FARM elegeu o Zé Carioca como mascote da coleção e arrasou, mas outras peças nas cores verde e amarelo também estavam presentes nas vitrines da loja:
A Hering não ficou de fora e escalou a Juliana Paes para torcer com a camisa verde e amarela com fitinhas parecidas com as do senhor do Bonfim.
Para torcer a gente não precisa ter uma camisa oficial, e nem estar de verde e amarelo da cabeça aos pés.
Gosto muito da idéia de montar um look despretensioso, fingindo que a idéia não era se vestir de torcedora.
Vamos ver alguns?
No ano passado, durante a Copa do Mundo, as vitrines se enfeitaram com as cores da nossa bandeira, e quem aproveitou a liquidação que rolou depois que os jogos acabaram, vai poder usar as peças agora de novo.
A FARM elegeu o Zé Carioca como mascote da coleção e arrasou, mas outras peças nas cores verde e amarelo também estavam presentes nas vitrines da loja:
A Maria Filó fez uma pólo canarinha linda e feminina:
A Hering não ficou de fora e escalou a Juliana Paes para torcer com a camisa verde e amarela com fitinhas parecidas com as do senhor do Bonfim.
Quem quer sair do óbvio e se destacar no meio da torcida, pode apostar nos acessórios num visual mais básico. Em qualquer lojinha de bijouteria e feirinha a gente encontra itens com a bandeira ou nas cores dela.
Vamos ver alguns que eu usaria:
Esse 1º look é pra quem vai dar uma volta no shopping com o namorado/marido antes ou depois do jogo e não quer sair do salto.
Para as adeptas do tênis, esse dourado remete ao amarelo da bandeira e traz um pouco de glamour ao look.
Se Domingo fizer sol, dá pra passear na praia com essa Melissa também lançada ano passado, na época da Copa do Mundo.
Se tiver mais friozinho, uma legging com uma jaqueta por cima e o All Star dourado (que eu acho lindão!!) entram em campo sem fazer vergonha!As mais sofisticadas podem estar dentro daquele vestidinho preto indefectível, com acessórios em verde e dourado.
Aqui mais uma opção com a peça coringa do nosso armário: O pretinho básico. Com essa roupa dá pra ir pro trabalho numa boa. Só vai perceber a intenção quem for muito atento a detalhes, e vai ver o quanto você foi criativa ao usar peças do dia-a-dia para torcer pela seleção.
Encerrando com mais um look para ir ao trabalho. Quem tem vestido verde bandeira, pode combinar com um scarpin preto, ou dar mais bandeira ainda, combinando com o modelito amarelo (sorry pela piadinha infame rsrs).
Quem quiser saber quais os dias que o Brasil joga, pode baixar a tabela aqui.
Aqui mais uma opção com a peça coringa do nosso armário: O pretinho básico. Com essa roupa dá pra ir pro trabalho numa boa. Só vai perceber a intenção quem for muito atento a detalhes, e vai ver o quanto você foi criativa ao usar peças do dia-a-dia para torcer pela seleção.
Encerrando com mais um look para ir ao trabalho. Quem tem vestido verde bandeira, pode combinar com um scarpin preto, ou dar mais bandeira ainda, combinando com o modelito amarelo (sorry pela piadinha infame rsrs).
Com esses looks, é certeza de golaço!
Mas se você quiser ganhar de goleada, nesse link aqui tem o MANUAL BÁSICO DO FUTEBOL PARA MULHERES! #ficadica!
Mas se você quiser ganhar de goleada, nesse link aqui tem o MANUAL BÁSICO DO FUTEBOL PARA MULHERES! #ficadica!
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