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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Vem aí: 1º congresso de moda e estilo - ConaStyle

Gosta de moda? Estilo? É apaixonada por esta área? Tá vindo aí um evento online e gratuito, que você vai amar, mas atenção, as inscrições são limitadas! 
Acontece entre os dias 04 e 10 de agosto de 2014 o maior evento online de Moda e Estilo do Brasil. O 1º Congresso Nacional de Estilo – ConaStyle (maior evento de Moda e estilo do Brasil) que reunirá grandes nomes mundiais e referências em moda e para os apaixonados em tendências, bom gosto e novas formas de se comunicar através do próprio estilo.

Lilian Jordão, consultora de estilo e idealizadora do 1º ConaStyle, adiantou algumas novidades sobre a programação do evento – “Estamos convidando referências nacionais e internacionais quando o assunto é moda e estilo. Já temos algumas confirmações de palestrantes e nos próximos dias divulgaremos a grade completa da programação deste que já nasce sendo o maior congresso online de moda e estilo do Brasil”. Nomes como o do jornalista de moda André do Val, e das palestrantes internacionais Carol Pedral (Londres), e Lia Riguet (França), já estão confirmados na grade programação que contará com vinte e um palestrantes.
Exatamente para alcançar um maior número de pessoas interessadas nos temas do Congresso, o formato online e gratuito permitirá que pessoas de qualquer parte do país possam assistir ao evento e aprender um pouco mais com as dicas e experiências dos convidados palestrantes do evento.
Congresso dinâmico e acesso vitalício
A programação do 1º ConaStyle prevê três palestras diárias (e eu sou uma das palestrantes!!!!) durante a semana do evento (manhã, tarde e noite), ao vivo e gratuitas para inscrições feitas previamente pelo site (www.conastyle.com.br). Após o último dia do evento, aqueles que não puderam assistir alguma palestra ou que preferem rever alguma apresentação poderão comprar um pacote de acesso vitalício ao evento, que disponibilizará todas as palestras do 1º ConaStyle e mais alguns bônus como entrevistas exclusivas, e-books, vídeos e algumas surpresas. 

Serviço:
1º ConaStyle – Congresso Nacional de Estilo
Data: 04 a 10 de agosto de 2014
Inscrições limitadas e gratuitas: www.conastyle.com.br
Espero vocês lá! ♥

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Como parecer mais profissional com pouca ou nenhuma grana!


Eu sei que estou beeeem sumida daqui, mas é por um motivo (dois, na verdade!) bem justos: Muito trabalho e muita coisa pra viver offline. 
Hoje, ao ler o texto com o título do post no blog Hoje Vou Assim Off, resolvi compartilhar aqui, porque é mais um daqueles textos que além de falar tudo que eu gostaria de ter falado, junta as minhas duas paixões: moda e vida corporativa.
A Ana, que sempre dá dicas ótimas de como vestir-se bem sem gastar muita grana (e ainda assim estar elegante e linda!) pode ajudar a parecer mais profissional com pouca ou nenhuma grana.

Quem quiser ler, clica aqui! ;-)

domingo, 13 de outubro de 2013

A melhor dieta do mundo!!


Essa dica e imagem são do Tumblr 365 sorrisos, que postou um cartão postal lindo como esse por dia no último ano, para garantir um sorriso diário a quem acompanha a campanha, que eu só conheci no finalzinho. Ainda assim, vale a pena o clique!

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A moda e as razões para acreditar



Esses dias eu conheci o site Razões para acreditar, que junta motivos e casos que acontecem pelo mundo que nos dão razões para acreditar nas pessoas e num mundo melhor.
Num dos artigos, eles trazem o desfile do Rick Owens para a semana de moda de Paris, com pessoas fora dos padrões de beleza, que foi genial!
Toda a blogosfera e todos os sites de moda falaram sobre esse desfile, e eu não falaria, mas acho que é uma boa forma de apresentar o Razões para acreditar para vocês! :)

Para ler o artigo na íntegra clique aqui.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Consegui! Sobre meu emprego no RH de moda


No dia 16/09 eu escrevi um post aqui falando sobre a minha vontade em trabalhar em RH de moda, que foi uma forma de juntar duas das minhas paixões e trazer de volta pro meu cotidiano o brilho nos olhos, o "Uhuuul!" nas segundas-feiras pela manhã.
Como profissional de RH eu sempre busquei isso nos candidatos que entrevistei: Paixão pela profissão. E apesar de ser apaixonada pela área de Gestão de Pessoas, eu sentia que faltava alguma coisa. Relacionamento antigo, sabe como é? Depois de 8 anos, acaba perdendo um pouco o encanto...
Pra solucionar esse problema, resolvi começar a enviar o meu currículo para empresas que eu admiro como consumidora e como amadora de moda, e apesar de não ter nenhuma experiência em Varejo, justamente pelo fato de eu gostar de moda, o meu currículo foi super bem aceito pelos RHs! Fiquei positivamente surpresa, e tive a oportunidade de conhecer um pouco mais da Osklen, quando fui entrevistada pelas queridíssimas Claudia Moraes e Lilian Kac, para uma vaga em São Paulo.
Fiquei empolgadíssimaaaaaa, afinal, eu aprendi a amar São Paulo e a vaga era muito interessante, além de me possibilitar fazer o curso de formação em consultoria de estilo, que acontece no começo do ano que vem em SP com as meninas do Oficina de Estilo, mas a vaga acabou sendo fechada com uma candidata que já morava lá, e teria disponibilidade imediata.
Depois, fui entrevistada na Fábrica da Farm, e até contei aqui que tive a oportunidade de conhecer aquele lugar lindo e mágico, mas apesar de ter amado tudo que vi, a vaga não era bem o que eu queria.
A terceira oportunidade veio da Eclectic, que além de ser uma marca que eu curto, me ofereceu um desafio profissional muito bacana, que vai fazer dessa minha entrada profissional no mundo da moda uma experiência muitooooo legal! =)

Eu estou começando essa nova etapa da minha vida hoje, e estou animadona!!!
Este post não é uma propaganda da marca, e não é só pra contar que eu consegui o que eu queria, mas para incentivar a todo mundo a correr atrás de realizar o seu sonho também! =)


sábado, 28 de setembro de 2013

You Are Beautiful Project

No meio da cidade caótica, do trânsito e do corre corre  do dia a dia, uma frase chama atenção: “Você é linda!” -ou melhor, “You Are Beautiful”.
you-are-beautiful
Pode parecer simples, mas foi pensando na força de uma frase tão curtinha como essa que o designer Matthew Hoffman decidiu preparar 100 adesivos e espalhar o amor por Chicago.  Matthew nunca poderia imaginar que a sua ideia despretensiosa viraria um grande fenômeno mundial.
O You Are Beautiful Project nasceu com um site bem simples: qualquer um poderia encomendar alguns stickers e Matthew enviava para o destinatário. Em cerca de 10 anos de projeto, mais de meio milhão de adesivos foram colados ao redor de todo o mundo: dos muros de Nova York até a Muralha da China!
YAB1-650
Hoje, o  You Are Beautiful continua firme e forte com a sua mensagem e em breve, Matthew irá lançar um livro contando toda a sua jornada incrível em espalhar sorrisos por aí e fazer do dia de alguém mais feliz :)
Ficou com vontade de participar? Os stickers são vendidos no site oficial, entra lá: http://you-are-beautiful.com/

sábado, 21 de setembro de 2013

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

O que podemos aprender com a (não) depilação da Nanda Costa


Levanta a mão quem viu as fotos da Nanda Costa pra Playboy! o/
Tinha muitoooooo tempo que eu não via um ensaio da revista, mas ouvi tantos elogios e críticas que resolvi ver e tirar minhas próprias conclusões, e eu tirei.
Confesso que não pensei muito antes de compartilhar esse assunto aqui, porque o blog é meu e eu escrevo o que quiser fala de moda e comportamento, que é o pano de fundo para tudo que eu quero falar aqui.

A conclusão que eu tirei foi nada mais nada menos do que o que eu sempre falo aqui: Será que temos mesmo que seguir os padrões impostos pela sociedade? Será que é mesmo importante agradar ao outro ou pensar na opinião alheia? Mais importante que estar na moda ou agradar a quem nos vê (vestidas ou peladas) é estar bem consigo mesma.

O texto que resume o que eu penso (com outras palavras rsrsrs) é da Bruna Grotti, colunista do Casal Sem Vergonha:
"Você, mulher, é bonita, independente de quantas celulites povoem a sua perna. Eu sou uma mulher naturalmente peluda – e poderia ser bonita assim. Mas absorvi o discurso de pureza feminino e hoje sou escrava de ceras, banhos de lua e sessões de laser. Se eu não tenho coragem nem de olhar para o meu corpo quando os meus poros revelam alguns pelinhos, que diria posar na Playboy da maneira como a Nanda fez. Mas em vez de achar feio, nojento ou indigno, eu achei lindo. Invejável. Isso porque parto do pressuposto básico de que a diferença é sempre agregadora, e que cada um tem a plena liberdade para fazer o que bem entender com o próprio corpo. Se eu não tenho colhões – e nem mais possibilidade, depois que aderi ao ~tão sonhado~ laser – para ostentar os meus pelos, que bom que há alguém que faça isso por mim."

Para ler o texto na íntegra, clique aqui. E se quiser ver as fotos, lá tem um link também! :)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Retratos da Real Beleza


Esse vídeo não é novo, mas ao assistir hoje pela enésima vez, chorei de novo. Por isso, compartilho de novo.
Vamos começar a valorizar o que temos de bom, e que só o outro vê?

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Menos escolhas, mais criatividade


Eu contei aqui que me mudei, e que por conta disso, precisei levar para a casa nova apenas 30% das minhas roupas e sapatos, por conta do espaço reduzido. Na hora de escolher que itens eu levaria, foi muito mais fácil do que eu imaginava. Comecei separando o que eu ia doar, e o que eu uso tão pouco que era improvável que eu precisasse ou sentisse vontade de usar tão cedo, mas que por serem peças que eu gosto muito, não iria doar. O que sobrou, levei nas malas.
O fato de ter começado a usar uniforme na empresa ajudou muito, porque o espaço que as roupas de trabalho ocupariam no armário estão ocupadas por roupas que uso para passear. Ainda assim, representam apenas 30% da quantidade de roupas que eu tinha à minha disposição, o que me obriga a usar as peças com muito mais criatividade.
Além de estar investindo em acessórios e maquiagem, para dar uma carinha nova às peças e valorizar um pouco mais o visual, tenho feito combinações inéditas, mesmo com peças que eu uso há muito tempo.

Lembro quando fazia a mala para viajar pra casa do ex-gateenho, que mora em SP. Escolhia as peças que eu gostava mais, que eram suficientes para aquele período, que pudesse usar em eventos e lugares diversos, e que eu pudesse combinar com 2 ou 3 outros itens e ganhar um look novo, o que aumentava o meu universo visual. É exatamente assim hoje. 
Isso não é novidade alguma. Um dos blogs mais famosos hoje (Um ano sem zara) ficou conhecido justamente por isso, por repetir, de forma criativa, as "poucas" peças que a Jojô tinha. E esse tem sido o meu exercício quase que diário (seria muito maior se eu não tivesse começado a usar uniforme pra trabalhar) e tem sido bem legal, viu?

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Vivendo com o essencial


A minha situação financeira já não é nenhuma novidade para quem me conhece e para quem lê o blog. Aliás, o próprio nome já diz que me falta a grana, desde sempre. Mas, ultimamente tá beeeem pior. rsrs
Felizmente essa situação serviu para me ensinar a consumir menos, e tudo que a gente aprende é pra sempre. Eu não economizei durante os três últimos meses, eu aprendi a me questionar se eu precisava mesmo fazer uma compra, ou se o preço que a loja pedia no produto era justa. E com isso, tudo que eu comprei em 3 meses foi um vestido de R$45 e um conjunto de lingerie, de R$149 (porque o sutiã foi R$99).

Eu estou de mudança. Nos últimos 18 meses morei sozinha, mas estou indo morar com minha prima, na casa dela, no próximo final de semana. Essa situação também vai me ensinar a viver com o essencial, já que não vou poder levar o meu guarda-roupas pra casa dela. O que é hoje a minha sapateira vai virar o meu guarda-roupas, e a gaveta que eu hoje guardo rasteirinhas e sapatilhas vai acomodar todos os poucos sapatos que vou poder levar. Também estou aproveitando o momento de desapego para dar os itens que ficaram separados numa gaveta na última mudança, que eu já não usava há algum tempo mas não tinha conseguido me desfazer antes.

Cada item que eu coloco na caixa me faz refletir sobre a verdadeira necessidade dele. Se eu realmente precisasse ter 5 scarpins pretos, eu não estaria levando apenas 2 na mudança. Se eu realmente precisasse de 16 calças jeans, não estaria levando apenas 5 na mala. Blusas e camisas então, nem se fala...
O meu guarda-roupas vai ficar montado na casa que era dos meus pais, e sempre que eu quiser variar os itens que estou levando agora, ou aparecer um evento especial, e portanto, que mereça uma roupa especial, eu vou precisar fazer um deslocamento de quase 50km para buscá-la. Comprar num shopping mais próximo não vai ser uma opção.
Cada momento da nossa vida serve - ou deveria servir - como aprendizado, e esse é apenas mais um. Bem significativo, por sinal.
E você? Conseguiria reduzir o seu guarda-roupas em uma mala, sem previsão de incluir mais itens nela? Tá aí um bom exercício para fazer agora, antes que a vida a obrigue, como fez comigo! ;-)

terça-feira, 9 de julho de 2013

Minha amiga é Dukan-ralho! rsrs

No último final de semana eu tive a oportunidade de estar bem pertinho de uma amiga muito querida, e depois de fazer carinho pessoalmente, resolvi fazer também um carinho virtual (onde a nossa amizade começou, em 2010) contando um pouquinho da história de superação dela. 
Ao final do depoimento dela, vocês vão entender por que ela é Dukan-ralho! ;-)

"Bem, eu nunca fui magrinha. Na verdade, sempre fui do tipo cheinha. Mas ao contrário de grande parte das pessoas, o meu excesso de peso nunca foi por 'comer demais'. Pelo contrário, sempre tive hábitos saudáveis, amo salada, e inclusive se pudesse viveria fácil só disso. Há muitos anos evito frituras, e excessos em geral. Porém, por conta da minha genética, sempre fui mais cheinha. Na adolescência, e inicio da fase adulta, esse fato nunca foi um fardo que eu carreguei, o fato de estar acima do peso considerado normal, só me entristecia na hora de comprar roupa! Porque não tem nada mais desagradável do que você achar uma roupa linda, e ela não cair bem em você, ou pior, não ter a sua numeração. Mesmo assim, nunca havia feito qualquer tipo de dieta maluca, academia, nem nada.


Acontece que no ano passado, por conta de um trabalho, passei cerca de seis meses na estrada, viajei o Brasil inteiro, e a vida corrida e rotina de trabalho me impediam de levar uma vida saudável, eu comia o que tinha, quando dava, e isso resultou em hábitos muito ruins para minha alimentação. O resultado disso tudo foi que nesse período eu engordei mais de 8kgs, e cheguei a um peso que nunca havia estado antes, o meu máximo de 78 kgs! Só fui perceber essa mudança através de fotos, e quando voltei em definitivo pra casa e percebi que muitas roupas não serviam mais. A roupa é realmente um choque de realidade. Foi como um 'soco na cara', assim caiu a ficha e percebi que precisava fazer algo urgente para mudar.



Eu já havia lido algo sobre uma dieta francesa do médico Pierre Dukan, através de uma jornalista que sigo no twitter, e decidi me informar mais a respeito. Li tudo que podia e fiquei por dentro da dieta que é baseada no livro 'Eu Não Consigo Emagrecer', e apesar de nunca ter feito dieta na vida, e muita gente criticar dizer que não funciona, resolvi tentar, por que estava disposta a mudar a minha realidade. A dieta é dividida em quatro fases, resumidamente, na primeira você consome apenas proteínas, na segunda, inclui verduras e legumes, na terceira inclui frutas, pão integral, e uma refeição de gala, onde você pode comer o que quiser uma vez por semana, e a última é para vida toda, a pessoa tem que seguir apenas algumas regras. É uma dieta diferenciada, pois te acompanha passo a passo pro resto da vida, ela te faz perder peso e diz o que fazer para não voltar a engordar. Hoje eu estou na terceira fase, e fico nela até dezembro, para estabilização do peso.



O que anima na Dukan é que logo de cara você perde muito peso, no ataque (primeira fase) tem gente que chega a perder mais de cinco quilos, os resultados são praticamente imediatos, e isso anima a seguir em frente com determinação. Além do peso, a pessoa também perde muita medida. E assim, em cinco meses de dieta, alcancei um peso que nem quando eu era mais nova eu tive, passei a uma numeração inédita nas minhas roupas também. Fui de 78kgs a 56 kgs, passei do GG em alguns casos, para o tamanho P. Eliminei no total 23 kgs e perdi todas as minhas roupas.





Lógico que nada veio de graça, não existe milagre como muita gente pensa, mas também não foi nada de outro mundo seguir a dieta. Como tudo na vida, foi preciso muita dedicação e força de vontade para saber aonde se quer chegar, resistir a algumas tentações, tudo pensando no resultado final. Tive ajuda de muita gente também, como o apoio fundamental do meu ex-namorado que fez a dieta junto comigo, e também emagreceu, amigos e familiares, ajudaram com incentivo e apoio. O mais bacana, é que mesmo sem a intenção acabei incentivando amigas a fazerem a deita, me tornei exemplo de superação, e inspirei muitas delas a fazer a Dukan, o que me deixa muito feliz, porque eu pude mostrar que se eu consegui, todo mundo pode."
(Luciana Gomes)


O sucesso dela foi tão grande que muita gente a procura para saber detalhes da dieta, pedir receitas e ter um pouco de motivação para começar nessa jornada, e ela até pensou em escrever um blog sobre isso, para que essas informações chegassem a outras pessoas, mas ela deixou esse projeto de lado por enquanto. Hoje ela posta dicas de receitas e um pouco da sua rotina alimentar no seu instagram (20epoucoskgs), e esse post é para incentivar outras pessoas a buscarem resultados como o dela, e para dizer a ela o quanto ela é guerreira, e o quanto eu a admiro por isso (e por muitas coisas mais)!



Esse é o antes e depois da Lu:

Antes:


Depois:

E esse é o registro do nosso encontrinho super rápido do final de semana, mas super especial:


















É ou não é Dukan-ralho? ;-)

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Eu consegui resistir à promoção!


Esses dias eu comentei aqui que eu queria muitooooo a Melissa Moon Dust, essa galochinha com pegada rocker que ia combinar muito com os dias chuvosos do inverno e com o Rock in Rio, que está chegando - e eu vou. Mas, na época do seu lançamento, a bichinha custava nada mais nada menos que R$229,00 e eu não podia dar esse valor em um sapato.
Eis que hoje, andando pelo Centro do Rio em meio à lojas em promoção, a galochinha rocker aparecia na vitrine, com 50% de desconto. Siiiiim! Eu poderia levar o meu desejo de consumo pra casa por "apenas" R$114,50. Poderia, mas não levei.
Experimentei, andei com ela pela loja, me imaginei combinando ela com outros itens do meu guardarroupas, e fui embora sem passar o meu cartão de crédito. 
E ao contrário do que aconteceria há tempos atrás, quando ainda era um sacrifício resistir às tentações consumistas, eu saí da loja bem felizinha!

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Quem é dono de quem?


Quem acompanha o blog sabe que por muito tempo eu tive uma relação complicada com o dinheiro.
Desde que me divorciei, há 1 ano e meio, e resolvi morar sozinha, eu precisei aprender a esticar o salário para que ele chegasse até o final do mês, ou pelo menos que eu conseguisse pagar todas as contas que fiz há muitas parcelas atrás.
No mês passando, por conta da compra do ingresso do show do Bon Jovi em São Paulo (além de hospedagens e passagem aérea), eu me esforcei para não comprar nada, já que eu não poderia pagar além desses custos no cartão.
Os primeiros dias foram bem complicados e cada peça ignorada na vitrine era uma vitória, mas hoje eu nem sei dizer quando e qual foi a minha última compra. E isso é bem bom!

Economizar durante todo o mês passado foi abrir mão de recompensas imediatas - que a compra traz - em prol de uma recompensa muito maior - o show da minha banda favorita. Mas o exercício me mostrou que nenhum dos itens que eu deixei de comprar me faz falta. Na verdade eu nem consigo me lembrar de nenhum deles, mas consigo ver o resultado desse esforço na minha conta e na própria fatura.

O dinheiro é necessário e importante sim, e é com ele que eu pago muito mais que os sapatos e roupas da moda. Eu pago o meu aluguel, a minha terapia, os momentos de lazer ao lado dos meus amigos. 
Trabalhar e ganhar o seu próprio dinheiro é muito representativo na vida das mulheres. O dinheiro não compra a felicidade, mas no meu caso, compra quase isso: Compra a minha paz! Algumas mulheres compraram a sua independência, a sua autonomia, o seu "certificado de propriedade". Ter dinheiro nos possibilidade realizar sonhos, pequenos (um sapato) ou grandes (o show da banda favorita, um carro, uma viagem, uma casa), mas é importante que a gente saiba diferenciar sonhos de pesadelos. Comprar e não poder pagar é um pesadelo.

Comprar por impulso e depois ficar ansiosa por conta das dívidas que "brotam" embaixo da porta me deixava numa montanha russa emocional: Ficava feliz ao comprar algo que eu queria, depois me sentia culpada por perceber que eu realmente não precisava daquilo, ficava vaidosa ao exibir a peça pelas ruas, ansiosa até que chegasse a conta, frustrada por não poder cumprir com os compromissos assumidos quando passava o cartão, mais ansiosa à espera do próximo pagamento...

Eu sei que tenho falado muito sobre isso aqui no blog, e a intenção não é transformá-lo em blog pessoal, mas sim falar da minha experiência, e mostrar que é possível transformar comportamentos, pensamentos e sentimentos, e ter uma vida emocional e financeira mais saudável.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Inspiração: Paolla Oliveira


Eu faço aniversário no mesmo dia da Paolla Oliveira, e já falei isso aqui. Talvez por isso eu tenha me identificado tanto com o que ela falou na entrevista dela à revista Claudia desse mês.
Destaquei alguns trechos bacanas para quem não leu:

"Meu lema de vida é não 'baixastralizar'. Se as coisas estão dando errado e você se fecha, elas só pioram". 
Nota mental: Preciso "baixastralizar" menos.

"Fui criada em uma família católica pouco praticante, mas hoje não tenho nenhuma religião. Não preciso das doutrinas e rituais dessas instituições. Como boa brasileira, tenho fé e misturo crenças. Rezo a ave-maria quando fico com medo de avião, acendo velas para meu anjo da guarda, adoro um incenso e faço mapa-astral."
#tâmojunto, Paolla. rsrs

"O público acha que não quero ter filhos, mas os mais próximos sabem que sou supermaternal. O que eu não aguento é a cobrança. Quem disse que só porque passei dos 30 anos preciso engravidar? Eu me sinto um pouco à margem dos padrões estabelecidos."
Nessa questão eu, que não tenho vontade de ser mãe (ainda... quem sabe um dia?), me sinto muito à margem dos padrões estabelecidos. BTW, quem disse que só porque passei dos 30 anos preciso engravidar? Quem disse que eu preciso engravidar um dia?

"Hoje, quando insisto muito em alguma coisa, me pergunto se estou sendo determinada ou teimosa. E escuto mais as pessoas, aceito críticas. Não que seja fácil, mas isso é amadurecer."
Determinada? Teimosa? Será que é mal de ariana? rsrs

Gosto muito do jeito que ela pensa e vê a vida. É ou não é um bom motivo para admirá-la?

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Torcendo pelo Brasil


Apesar de ser dia de jogo da seleção, esse post não tem nada a ver com futebol. Se você chegou aqui  procurando dicas sobre o que vestir para esses eventos, clica aqui.

Hoje o post é pra mostrar a minha torcida, o meu apoio e o meu orgulho ao movimento que tem acontecido no Brasil todo, com o objetivo de reivindicar melhorias para o povo que (finalmente!!) cansou de ter orgulho de ser brasileiro só quando a seleção está em campo.
O ensaio fotográfico "Dói em todos nós", do Yuri Sandenberg é uma referência ao que aconteceu à fotógrafa do jornal "Folha de São Paulo", que foi atingida pela PM com uma bala de borracha numa das manifestações.
Eu também senti a dor dela. Lutar - pacificamente - pelos nossos direitos deveria ser um de nossos direitos, afinal, vivemos ou não vivemos em uma democracia? Todos esses manifestantes pacíficos me representam, e quando um deles é agredido, eu também sou agredida.

Desde 2001, quando a "namoradinha do Brasil" Regina Duarte foi à TV numa campanha eleitoral dizer que tinha medo do que aconteceria ao país caso o Lula fosse eleito eu não vejo globais envolvidos em campanhas políticas tão grandes.
É claro que eles não andam de ônibus e não entraram nessa por causa dos R$0,20. A maioria das pessoas que está nas ruas também não está brigando por isso. São muitas bandeiras (felizmente, poucas partidárias) justamente por que são muitas as causas de insatisfação, são muitas coisas a se mudar.
O que a gente não pode esquecer é que para mudar o mundo a gente precisa começar mudando a nós mesmos. 

O juiz apitou, a bola já está rolando, mas dessa vez a torcida não vai ficar só observando da arquibancada!


Pena que, ao contrário do que fizeram com o "Nina Congelada", não criaram uma maneira para que a gente transformasse a nossa foto, né? Talvez por que não seja tão rentável ver tantos brasileiros de olho roxo nas redes sociais quanto tinha de gente congelada na época da novela...

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Viagem a trabalho


Depois de 3 meses sem viajar, felizmente estou de malas prontas de novo!! \o/
Durante esse final de semana, estarei em Búzios, município da Região dos Lagos do Rio de Janeiro,  em um Fórum da empresa!
E apesar de ter algumas das praias mais lindas do Rio, e um dos lugares mais badalados (a Rua das Pedras), preciso lembrar que estarei lá a trabalho! O short jeans e o biquíni estão indo na mala, mas o scarpin e o terninho também vão.
A programação de hoje e de amanhã preenchem o dia todo, mas as noites estão liberadas, tanto para curtir os eventos do Resort quanto para sair e curtir os eventos locais.
A previsão do tempo também trouxe boas notícias: Não vai dar pra voltar morena de lá (hahahaha nem vermelha!), mas a probabilidade de chuva é 0% e o clima vai estar bem agradável!

Como me comportar e o que vestir nesses eventos, afinal?
É claro que o ambiente vai ser mais informal que o do escritório, mas assim como nas festas de confraternização, nesses eventos o bom senso também deve ir na mala, porque é impossível não ficar com vergonha de alguma situação constrangedora ao cruzar pelos corredores da empresa na segunda-feira.
O ideal, para o dia, é usar roupas que você usaria em uma sexta-feira, quando acontece o casual day. 
O cuidado extra é com a hora da piscina, da praia, ou do barzinho. Nesses momentos, saia vestida de bom senso de novo (repetir roupa é chique rs) e vale comportar-se tão bem quanto na festa de confraternização.

No G1 também saiu uma matéria falando sobre isso, aqui.

Quem me acompanha pelo Instagram vai poder ver um pouquinho desse sofrimento rsrs. Quem ainda não me segue, aproveita pra seguir: O perfil é LadyKateasAvessas.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Pelo direito de ser magrinha


Hahaha! Se eu, que sou A-P-A-I-X-O-N-A-D-A pelo site Casal Sem Vergonha disser que não tinha lido esse texto antes de escrever o meu post desabafo sobre o preconceito contra os magros segunda-feira, alguém vai acreditar??
BTW (By The Way, de qualquer forma...), acabei de ler e vim reforçar a ideia aqui.

No dia seguinte do post saiu essa matéria falando da luta da Thaila Ayala falando da dificuldade dela em ganhar peso. Hoje, na minha passada diária pelos meus sites e blogs favoritos, vi o artigo escrito pela Desirée Paiva (que está concorrendo para ser colunista do site) falando sobre as delícias e complicações de ser naturalmente magrinha, magrela!! 

Apesar de não concordar com alguns pontos do texto e do pensamento dela, estamos defendendo a mesma bandeira: A de poder ser como se é, e ser feliz assim!Ela diz assim:
"Só me pergunto onde estão as cabeças daquelas que estão fora dos “padrões” e não sabem ver beleza em si mesmas, buscando sempre o ideal inatingível de perfeição. Cada vez mais me pergunto por que as mulheres – e homens – tem tanta dificuldade de se aceitar com o corpo que nasceram e até aquele defeito engraçadinho (ou bizarro) que os fazem únicos. Cadê as mulheres que assumem seu peito pequeno, seu quadril não-tão-grande-assim e que sabem reconhecer a graça e a elegância que só uma mulher segura de si em um vestido pode ter? Sou a favor do amor próprio, do autorrespeito e do “eu-me-acho-linda-como-sou-mesmo, e daí?”. E isso independente do seu sub ou sobrepeso. Sou a favor de homens que sabem reconhecer a beleza da individualidade e personalidade de uma mulher que não usa artifícios a ponto de se transformar em outra pessoa pra se encaixar em modelos ditados por outros."

Para ler o texto na íntegra, clica aqui. E se gostar, não esquece de curtir, pra ajudar ela no concurso, ok?

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Magro também sofre preconceito


Quando a gente fala em "peso" ou medidas, as pessoas logo associam à pessoas que têm sobrepeso, mas esse assunto também é incômodo entre as mais magrinhas. A diferença? Uma mulher gordinha nunca vai ser abordada na cozinha da empresa por alguém lhe dizendo: "Nossa, você é tão gordinha! Quanto você pesa?" (a não ser que a pessoa não tenha um pingo de bom senso).
Eu estava preparando o meu café da manhã numa segunda-feira chuvosa e preguiçosa (e cheia de trabalho!) quando uma funcionária da empresa, provavelmente depois de me observar de cima a baixo, fala: "Caramba, Priscila. Você é tão magrinha!! Quanto você pesa?". 
O mesmo bom senso que as pessoas (ou a maioria delas) usa para falar com as pessoas gordinhas, deveria ser usado para falar com as mais magrinhas. Mas não é bem assim que funciona.

O preconceito racial é muito difundido quando se trata de negros, por exemplo, mas ninguém fala do preconceito contra os brancos. Não estou falando de história, mas de usar palavras agressivas para se dirigir à alguém de um grupo específico. Chamar de "negão" não pode, mas de "branquela" é aceitável. É falta de educação dizer à uma mulher que ela é gorda, mas está tudo bem se disser que ele é magrela.
É comum falar do drama para emagrecer, mas é mais raro ouvir falar do drama para engordar, ganhar músculos ou curvas. As farmácias estão cheias de remédios milagrosos para emagrecer, mas tente encontrar um para engordar... Hoje, felizmente já é mais comum as lojas terem uma sessão ou algumas peças plus size, mas ainda é raro encontrar nas lojas peças PP. 
Que magro nunca comprou roupa na sessão infantil apesar de já ter saído da adolescência há tempos? Que magro nunca ouviu as pessoas comentarem da quantidade de comida que põe no prato? Que nunca viu a cara de espanto ao dizer que vai à academia?

Estima-se que apenas 5% dos brasileiros sejam "magros demais", ou seja, com IMC abaixo de 18,5. Por que, então, os "magrelos" não recebem tratamento especial, como as demais minorias? 
No Facebook tem uma página com nome "Gordinha sim", mas muitas das fotos compartilhadas são de mulheres magras, a maioria com dizeres ofensivos como "quem gosta de osso é cachorro", "isso não é bonito", e as pessoas curtem e compartilham!! E se fosse o contrário?

Felizmente eu não tenho problema nenhum com o meu peso e nem com o meu corpo. Não deixo de usar uma roupa por ela "me deixar com menos peito" (como dizem as minhas tias) ou por esconder as minhas curvas discretas. Mostrei aqui que em 2005 eu ganhei um concurso cultural da DOVE justamente por respeitar e gostar do meu corpo exatamente como ele é. Oito anos depois, eu continuo com o mesmo manequim, o mesmo peso, e o mesmo pensamento.

E justamente por eu não ter problema nenhum, eu respondi, com a mesma naturalidade que ela me perguntou. Nossa conversa foi assim:
Ela: Caramba, Priscila, você é tão magrinha!! Quanto você pesa?
Eu: 43 kgs (e dei um beijo no meu ombro, rindo).
Ela: Nossa! Eu achava que era magra, mas agora estou me sentindo gorda! Eu peso 48 kgs!
Eu: Tá se sentindo gorda? Faz uma dieta, menina!! Deve ser muito ruim ter problemas com o corpo e a autoestima...

Pessoas mais críticas dirão que fui cruel. Há algum tempo atrás eu também teria evitado responder dessa forma, mas se eu engolisse esse sapo, poderia engordar... rsrs
Ao analisar a fala dela, podemos perceber que ela ficou feliz ao ver que eu pesava menos que ela, já que ela se acha magra. É uma forma de sentir-se superior, melhor que o outro. Característica típica de gente infeliz, invejosa.
Eu a acho linda. E espero que um dia ela possa se achar também.

O assunto é batido, mas já que volta a todo instante, vale a pena ver de novo: Você é mais bonita do que imagina. 
#prontofalei

domingo, 2 de junho de 2013

Eu posso comprar menos!


Há muito tempo eu falo aqui e com os meus amigos e familiares que eu preciso comprar menos, para conseguir sair do vermelho. É uma situação que tem me deixado muito triste e preocupada, mas eu tenho perfil de overspending, e é muito difícil controlar o impulso de voltar pra casa sem uma sacola. Mas eu consegui!
O último mês teve 31 dias, e foram 31 dias sem comprar NADA!!!!

O meu cartão de crédito só não vai vir zerado porque eu comprei o ingresso pro show da minha banda favorita (Bon Jovi), que vai estar no Brasil em Setembro. E apesar de o ingresso ter sido beeeem caro (US$417) + passagens aéreas + hospedagem, e eu não sentir um impacto financeiro significativo esse mês, o impacto maior eu estou sentindo em mim mesma. Foi muito bom resistir às tentações e trocar a recompensa momentânea por uma recompensa ainda maior: Sair do vermelho!

A sensação de resistir ao impulso consumista é tão boa quanto chegar em casa com um monte de sacolas. A diferença é que a alegria de 1) ver mudanças no meu comportamento e 2) ver mudanças na minha conta bancária é muitooooo maior que a alegria de mostrar para os outros que eu estou na moda.