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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Vem aí: 1º congresso de moda e estilo - ConaStyle

Gosta de moda? Estilo? É apaixonada por esta área? Tá vindo aí um evento online e gratuito, que você vai amar, mas atenção, as inscrições são limitadas! 
Acontece entre os dias 04 e 10 de agosto de 2014 o maior evento online de Moda e Estilo do Brasil. O 1º Congresso Nacional de Estilo – ConaStyle (maior evento de Moda e estilo do Brasil) que reunirá grandes nomes mundiais e referências em moda e para os apaixonados em tendências, bom gosto e novas formas de se comunicar através do próprio estilo.

Lilian Jordão, consultora de estilo e idealizadora do 1º ConaStyle, adiantou algumas novidades sobre a programação do evento – “Estamos convidando referências nacionais e internacionais quando o assunto é moda e estilo. Já temos algumas confirmações de palestrantes e nos próximos dias divulgaremos a grade completa da programação deste que já nasce sendo o maior congresso online de moda e estilo do Brasil”. Nomes como o do jornalista de moda André do Val, e das palestrantes internacionais Carol Pedral (Londres), e Lia Riguet (França), já estão confirmados na grade programação que contará com vinte e um palestrantes.
Exatamente para alcançar um maior número de pessoas interessadas nos temas do Congresso, o formato online e gratuito permitirá que pessoas de qualquer parte do país possam assistir ao evento e aprender um pouco mais com as dicas e experiências dos convidados palestrantes do evento.
Congresso dinâmico e acesso vitalício
A programação do 1º ConaStyle prevê três palestras diárias (e eu sou uma das palestrantes!!!!) durante a semana do evento (manhã, tarde e noite), ao vivo e gratuitas para inscrições feitas previamente pelo site (www.conastyle.com.br). Após o último dia do evento, aqueles que não puderam assistir alguma palestra ou que preferem rever alguma apresentação poderão comprar um pacote de acesso vitalício ao evento, que disponibilizará todas as palestras do 1º ConaStyle e mais alguns bônus como entrevistas exclusivas, e-books, vídeos e algumas surpresas. 

Serviço:
1º ConaStyle – Congresso Nacional de Estilo
Data: 04 a 10 de agosto de 2014
Inscrições limitadas e gratuitas: www.conastyle.com.br
Espero vocês lá! ♥

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Sonho é feito pra realizar, né?

Pouco mais de 3 anos depois do primeiro post do blog (clica aqui pra ler na íntegra!) eu falava da minha insatisfação com a área de Recursos Humanos e a minha vontade de investir na carreira de consultora de estilo, mas nunca tive coragem / dinheiro / certeza de que era isso mesmo / iniciativa para recomeçar, como eu dizia que queria, no post.
Esses 3 anos de blog só serviu para me mostrar que moda é muito mais que hobby. Fui lendo, conhecendo pessoas, empresas, marcas, e cada vez mais a certeza foi virando CERTEZA dentro de mim.
Eu nunca fui de esperar as coisas acontecerem na minha vida, e confesso que gostaria de ter tomado essa decisão antes, já que há 3 anos eu já sabia o que eu queria e o que eu não queria mais pra minha vida profissional (trabalhar em RH), mas antes tarde do que nunca, né? É com muita felicidade que eu dou duas notícias aqui, em primeira mão:

1) Vou fazer o Curso de Formação em Consultoria de Estilo com elas que eu sou apaixonada, Cris Zanetti e Fê Resende, do Oficina de Estilo
Siiiiiiim, já que é pra fazer, vamos fazer direito, né? :)
Eu sempre tive como filosofia de vida me relacionar com pessoas que eu admire e que acrescentem à minha vida, e se é para aprender, vamos aprender com quem sabe mesmo! Penso muito como elas, adoro a energia delas, a forma como vêem as coisas, como tratam as clientes, o carinho delas com as alunas, e o livro delas (Vista quem você é) é o meu livro de cabeceira. Acabo de ler e leio de novo! Muita coisa boa ali,  super recomendo!!
O curso acontecerá durante toda a próxima semana, em São Paulo. Estou tão ansiosa e feliz que mal consigo dormir!!! Quem já me segue no instagram (ladykateasavessas e pricitera) vai poder acompanhar em tempo real o meu sonho se realizando! :)



2) Para dar continuidade a esse sonho, este blog está com os dias contados. =/
Tudo começou como uma brincadeira, mas como virou coisa séria, já comprei um novo domínio (.com.br), e assim que tiver tudo bonitinho eu volto aqui pra deixar o endereço novo pra vocês! Esse aqui vai ficar ativo, mas não será mais atualizado!

E você? Vai esperar quanto tempo pra realizar o seu sonho?

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Se você quer trabalhar com moda, seja chique

Eu não tenho pretensão de trabalhar com moda. Nunca trabalhei em loja, e não me imagino no comércio, ainda que fosse dona. Tenho vontade de fazer um curso de Personal Stylist, mas não sei se investiria a ponto de fazer disso minha ocupação principal. Talvez por hobby, assim como faço com o blog. Mas sempre que leio textos com esse, meus olhos brilham:

SE VOCÊ QUER TRABALHAR COM MODA SEJA CHIQUE!
…E SER CHIQUE NÃO É TER A BOLSA CERTA, MAS A ATITUDE CERTA.
É importante prestar atenção nos alicerces das relações que construímos no nosso mercado de trabalho. Pra você que entra nesse mercado agora, saiba que ser chique não é ter a bolsa certa, mas a atitude certa.
1. TRATE BEM TODAS AS PESSOAS que passam pelo seu caminho, da telefonista ao dono da marca. Em primeiro lugar, por uma questão humana. E por mais que você conheça o dono, é ela quem passa sua ligação, e num outro dia ela pode virar a pessoa que atende produção de moda.
2. SUA PALAVRA É UMA DAS SUAS MAIORES MOEDAS, por isso seja sempre direto, nunca minta nem omita nada, e leve muito à sério os acordos que faz. Devolva no dia marcado, e se não der, ligue pra comunicar o atraso e se desculpar.
3. SEJA SEMPRE EDUCADO. “Por favor” e “obrigado” devem pontuar todas as suas conversas.
4. SE FOQUE NO TRABALHO e não entre na rede de fofocas e intrigas. Aqui vale o clichê: não faça para os outros o que não gostaria que fizessem para você. E também vale lembrar que a consequência desse tipo de coisa na vida adulta e no trabalho tem uma dimensão bem diferente da que tinha na época do colégio.
5. PRODUÇÃO É UM TRABALHO ESTRESSANTE POR NATUREZA, NÃO LEVE ESSE ESTRESSE PARA AS RELAÇÕES. Não seja óbvio, não chegue falando como está cansado e como tudo está corrido….. Mantenha sempre a calma e a paciência. Se está morrendo de pressa, se ofereça para ajudar quem está ajudando você para ir mais rápido.
6. INVISTA NO SEU ESTILO, partindo de suas próprias necessidades, vontades e limites. Treine em você e seja o maior outdoor das suas idéias.
7. SEJA VOCÊ MESMO, não perca tempo tentando andar num trilho que não é o seu. O único jeito de acrescentar alguma coisa para o mundo é ser plenamente você.
8. SEJA HUMILDE E VERDADEIRO. Afetação é velho, passado, demodé como se dizia antigamente.
9. ESTEJA SEMPRE ABERTO E PRESTE ATENÇÃO EM TUDO. Inspiração de moda se tira da vida, de música, do cinema, da arquitetura, da natureza, de gente….. tudo que nos cerca.
10. LEIA MUITO. Informe-se. Comece pelas revistas brasileiras, treine o inglês para ler as americas e inglesas que são bem didáticas, depois parta para as francesas e para as italianas, e para outras publicações mais alternativas. Livros, devore todos que puder, principalmente os de moda. A maior fonte de poder hoje é a informação. E ninguém é verdadeiramente poderoso sem ter conteúdo.

Texto escrito por Manu Carvalho, personal stylist, e postado originalmente no Oficina de Estilo, cujo slogan é "Substitua o consumo por autoestima". Preciso falar mais?

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Eu, etiqueta

Esse poema do Carlos Drummond de Andrade fala, poéticamente, tudo que eu penso sobre etiquetas e marcas.
Sim, eu gosto de moda, mas felizmente (pra mim, já que sou pobre!) nunca gostei de usar marca, ou de fazer propoaganda de marca. Uso roupa de loja de departamento, compro roupa em liquidação e nunca usei uma bolsa outdoor, que as pessoas pagam caríssimo pra mostrar que pagaram caríssimo, e pra fazer propaganda da marca e de si mesmo simultaneamente.

Muito bom pra refletir!



quinta-feira, 16 de maio de 2013

Angelina Jolie, mulher de peito!

Certa vez o gateenho de SP disse que admirava 3 características em uma mulher: Beleza, Coragem e Inteligência, não necessariamente nessa ordem e não necessariamente em iguais proporções. Além de me sentir elogiada (afinal, ele se interessou por mim), eu concordei que são caracteristicas muito importantes numa pessoa. Né?

Eu nunca escondi aqui no blog que eu sou Team Aniston, mas esses dias a Angelina Jolie conquistou a minha admiração por conta da sua coragem.

Eu já comentei por aqui várias vezes que a minha mãe morreu de câncer, e quando soube que eu poderia fazer o procedimento preventivo que ela fez (para quem não sabe - se é que alguém não sabe - ela fez mastectomia total das mamas, ao saber que tinha 87% de probabilidade de ter câncer de mama, assim como a sua mãe), tentei resgatar a documentação da minha mãe, mas confesso que a dificuldade inicial que encontrei me fez desistir da ideia. Afinal, como sobreviver com a notícia de que você tem 5%, 10%, ou 87% de probabilidade de ter câncer? Uma coisa é saber que sendo mulher e estando viva a gente corre o risco, mas decidir ter a certeza desse risco é coisa para MULHER DE PEITO!


Virei fã!


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Você é mais bonita do que imagina

Segundo uma pesquisa encomendada pela Dove, apenas 4% das mulheres se acham bonitas. Wait. What? Por mais que eu mesma não acorde todos os dias me achando bonita, e conheça muitas mulheres insatisfeitas com o seu corpo e/ou cabelo e/ou peso e/ou manequim, precisamos entender que a insatisfação, em qualquer campo da vida, nos ajuda a nos movimentar em busca do que julgamos ser melhor pra gente, mas que o bacana é 1) ter motivos reais para estar insatisfeita e 2) a mudança ser possível / alcançável. É preciso entender o que está por trás dessa insatisfação toda.

Se achar bonita apesar dos defeitinhos (o que NÓS MESMAS consideramos um defeitinho, e não a sociedade, o namorado, ou a amiga) é um processo de autoaceitação enorme, e isso não acontece do dia para o outro.
Você pode acordar feliz, o cabelo estar impecável sem muito trabalho, a pele brilhante, e a roupa escolhida cair super bem, mas basta passar por um homem interessante (ou qualquer homem, dependendo do seu nível de exigência rsrs) e ele não elogiar ou virar o pescoço pra te ver passar, para a autoestima despencar. Se aquela "amiga" invejosa não perguntar de onde é a sua roupa ou não te olhar de cima a baixo,  é sinal de que você realmente está precisando rever o seu estilo, emagrecer / engordar, ou qualquer coisa URGENTEMENTE. Com essa última parte eu concordo.
Se isso acontece com você, você precisa URGENTEMENTE rever o seu conceito de importância da opinião alheia, afinal, a opinião dos outros é diferente da sua, mas a imagem que você viu no espelho mais cedo  E TE AGRADOU continua a mesma.

No mundo todo, e principalmente no Brasil, existe um movimento de valorização e idealização da beleza e nada que seja diferente do que o modelo perfeito é aceito como belo. Se é bonito ter os seios grandes, quem não tem grana para colocar silicone fica infeliz por não estar nos padrões. Se o bonito é ter cabelo liso, vambora acordar 2 horas antes todos os dias pra alisar o cabelo antes de sair. Se a capa da revista do mês tem 50 cm de cintura, cresce a fila nas clínicas de estética e em mesas de cirurgia plástica. Os homens preferem as loiras? Dane-se que eu ache que fico melhor com os cabelos escuros...

Essa busca pela perfeição não tem fim, porque a perfeição não existe. A cada dia as empresas de beleza e a mídia vão inventar novos padrões, novos conceitos, e gerar novas frustrações.

Semana passada a DOVE divulgou um vídeo muito interessante, onde uma artista forense, que faz retratos-falados para o FBI desenha algumas mulheres a partir da descrição que elas fazem delas mesmas. Depois, desconhecidos que foram apresentados a elas minutos antes também fazem descrições delas, e o resultado é impressionante, mas não é novidade. As mulheres se subestimam, e por isso, são infelizes.


Como bônus (se é que é preciso, depois desse vídeo da DOVE), a música Beautiful, da Christina Aguilera:


É isso. You are beautiful, no matter what they say...

segunda-feira, 11 de março de 2013

Não aguento!!



Moda e Feminismo não combinam? Típico pensamento machista, né?
Feminismo é um movimento social, filosófico e político que luta pelos direitos legais da mulher, mas que também fala da autonomia de poder ser o que se quer, fazer o que se quer com o seu corpo, seu pensamento, seu dinheiro.  Estar na moda, gostar de moda é feminista desde que seja visto como um ato de exercer o seu direito de gostar do que quer, e ser quem é de verdade, sem dar satisfações a ninguém.

Essa imagem faz parte da comunidade "Não aguento quando", do Facebook, que junta coisas que a gente não aguenta mais. Eu adoro!!! É bom saber que tem muita gente incomodada com as pressões do mundo em cima da gente, as exigências que a vida e as pessoas nos fazem. E também é muito bom ver que não é só a gente que não aguenta certo tipo de coisas! rsrsrs
Clica aqui pra conhecer e para ganhar voz!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A arte de ser sexy


Esses dias eu vi no twitter o artigo "Stoya e a arte de ser sexy" sendo compartilhada por uma pessoa que eu conheço bem, e apesar de ser do Tumblr Para pensar em sexo, eu sabia que não seria nada vulgar (não é o tipo de coisa que essa pessoa compartilharia), e me atrevi a abrir o link em plena lan house.

Se você não sabe quem é Stoya, é essa mocinha bonita aqui, ó:


E se você é antenada mas nunca ouviu falar dela, antes de dar um google no nome da moça, posso adiantar que é uma das atrizes pornô mais famosas do mundo, e ainda que eu também soubesse disso ao ver o título do artigo, eu sabia que não seria nada vulgar.

E você, que acompanha o meu blog, também deve saber que eu não compartilharia nada aqui se fosse. Mas, se ainda assim, você não se sentir à vontade de continuar lendo, clica no "X" no alto da sua tela, à direita do monitor, e volta aqui amanhã, ok? Sem mágoas! ;-)
Vamos ao texto?


"O que torna uma mulher sexy? Comecei a pensar nessa questão quando assisti a alguns vídeos da Stoya, atriz pornô sensação do momento, principalmente entre jovens e nerds daqui e do estrangeiro. Para quem nunca viu a gata borralheira em ação, segure as pontas que no fim do post tem alguns links para você conhecer a performance da Lolitinha safada. O que me chamou a atenção na musa erótica da nova geração é que ela representa o avesso da mulher gostosa que tem sido vendida nos últimos tempos. Esqueça tudo que você já viu de mulher fruta. Stoya não tem peitão, bundão, pernão, nada disso. De pele extremamente alva, a Branca de Neve do mundo adulto agrada pela aparente espontaneidade, leveza, feminilidade e, sobretudo, por mostrar que gosta da coisa. E você, domina a arte de ser sexy?
    Ser sexy está muito além de fazer caras e bocas. Também não se resume a usar roupas provocantes. Ser sexy é quase um estado de espírito. É aquela mulher que mesmo não sendo a mais bela tem qualquer coisa de magnetizante, que faz virar as cabeças em sua direção por onde passa. É aquela mulher que exala energia sexual. É aquela mulher que está tão confortável dentro da própria pele, com as formas do seu corpo, que tudo nela se encaixa e se movimenta em harmonia.
    Para ser sexy, infelizmente, não existe receita a ser seguida. É algo que começa na relação que você tem com você mesma, com o sexo e na maneira como lida com seus desejos. Na hora H, uma lingerie sensual, um corpinho bem cuidado e uma pele cheirosa sempre ajudam, mas também não resolvem todo o mistério. Aliás, é preciso ter cuidado para não exagerar no circo erótico e intimidar o cabra menos afeito a essas pirotecnias. Palavra de quem já passou pela situação mais de uma vez. Em uma delas, uma calcinha branca de algodão ajudou mais na paudurecência do que um fio dental preto. Em outra, o que era para ser uma noite de cabaré, com direito a espartilho e reboladas mil, terminou com bate-papo no sofá. Não estou querendo dizer que esses acessórios não contribuam para criar um clima, porém é preciso mais do que isso para realmente ser sexy. Nessas ocasiões, eu provavelmente estava mais preocupada em me mostrar sexy do que em aproveitar a situação, do que deixar aflorar verdadeiramente meus desejos, do que focar minha atenção no momento e, consequentemente, liberar meu tesão.
    O cronista sempre perspicaz Xico Sá traduziu muito bem essa sensualidade forçada e artificial, que geralmente provoca o efeito contrário do desejado, no texto O exagero na arte de ser sexy. Esse trecho resume com maestria o que definitivamente conta na sedução pré-rala-e-rola:
“Mulheres, esqueçam o kit sex shop. É mais importante uma safadeza, um charme, um suspense no olho durante um jantar, do que a extravagância propriamente dita. Se cuidar, ficar bonita, é de lei, claro, sem problema; mas não carece carregar nas tintas do desejo.”
Na cama
    Não adianta mesmo carregar nas tintas do desejo, se ele não estiver lá, pulsante e latente, entorpecendo todo o seu corpo. Também não ajuda em nada perseguir um ideal estético sexy até na hora do sexo. Ficar buscando a melhor posição em que a celulite apareça menos não deixa você mais gostosa. O que torna uma mulher irresistivelmente sexy é a intensidade da sua vontade, a capacidade de entrega aos seus desejos e o quanto ela se sente bem naquele momento.
    Uma cena de sexo de verdade não é esteticamente perfeita, pelo contrário, tem peles e carnes balançando para valer, caretas que jamais repetiríamos se estivéssemos nos observando, contrações voluntárias e involuntárias, cabelos despenteados, suores, fluidos e tudo que nos faz instintivamente humanos. Não existe nada mais sexy do que ser perder nesse frenesi, sem se preocupar com nada além do prazer que você quer dar e receber. Quando perguntada em uma entrevista à Marie Claire sobre o que os homens mais sentem falta na cama, a star pornô Stoya respondeu:
“Acho que eles sentem falta de desinibição. As mulheres entram no quarto e ainda querem ser ladies. Apagam as luzes porque acham que o bumbum vai sacudir e a celulite, gritar. E é justamente isso que eles querem, meninas: mulheres de verdade, com todos os seus defeitos e qualidades. Acreditem, eles não querem uma atriz pornô, eles querem você, do jeito que você é.”
A Branca de Neve erótica sacou tudo. Talvez por isso faça tanto sucesso com seus filmes, apesar de passar longe do estereótipo mais batido que conhecemos de atriz pornô. E para você, o que é ser sexy? Você se considera uma mulher sexy? E para vocês, homens, como é uma mulher sexy?"

Mais sobre Stoya:


Se você acreditou em mim, leu o texto até o final e gostou, que tal conhecer a fonte original? Clica aqui "pra pensar em sexo"! rsrs

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Futilidade ou Felicidade?


Algumas pessoas me olham atravessado quando eu digo que tenho um blog de moda, julgando imediatamente que sou uma mulher fútil simplesmente por gostar do assunto.
O que essas pessoas não sabem é que:
1) Eu falo da influência da nossa personalidade na escolha do que usamos e gostamos
2) Eu falo de comportamento
3) Somos influenciados pelo que vestimos e o que vestimos é um resultado do que somos
4) Vaidade e feminilidade demonstram felicidade

No início do ano eu estava sofrendo muito, e não tinha nenhum interesse, vontade ou motivação para me arrumar, ir às compras ou cuidar de mim.
Fiquei 2 meses sem pintar o cabelo ou fazer as unhas. Não variava as muitas roupas que eu tinha, usando como desculpa o fato de as minhas coisas estarem todas embaladas (eu mudei de endereço) e que dava muito trabalho procurar as coisas, então eu usava as coisas que tinha numa única bolsa. Perdi 6 kgs (e pra quem me conhece sabe o quanto isso é significativo, já que eu não tenho muitos kilos rsrs) junto com a fome e o apetite.

Para quem me conhecia, era nítido que todo aquele relaxo era um sintoma de todos os problemas que eles sabiam que eu estava passando, mas até quem não me conhecia sabia que tinha "alguma coisa de errado" comigo. Os meus olhos, a pele e os cabelos não tinham brilho e nem vida.

Eu não tinha deixado de gostar de moda, mas tinha deixado de gostar de mim. Eu não tinha abandonado a moda, eu tinha abandonado a minha feminilidade. E foi quando eu comprei a primeira peça de roupa e gastei R$280 para hidratar, cortar e fazer luzes no cabelo que eu percebi que estava saindo do fundo do poço, não porque eu tinha voltado a me interessar por coisas "fúteis", mas porque eu tinha voltado a fazer planos para o futuro, porque eu tinha voltado a gostar da vida e a gostar de mim.

Autoestima e confiança são fundamentais para se sustentar em cima de um salto alto, assim como para desfilar de short jeans e chinelo, porque é a postura (atitude) que sustenta a roupa, e não o contrário.
Quem não lembra do exemplo da Demi Moore, que eu mesma dei aqui no auge do meu sofrimento (e do dela)? Quem não lembra de ter reconhecido nela uma mulher feia e sofrida dias após o divórcio, ainda que ela aparecesse rindo e usando um vestido Zac Posen na première do filme "Margin Call"?



Nessa segunda foto, onde ela aparece de jeans, descalça e com um casaco nada glamouroso, apesar de não estar sorrindo, ela demonstra muito mais confiança.

Quando superei o meu sofrimento, eu ainda não tinha motivos pra sair rindo por aí, mas a minha feminilidade já tinha sido resgatada, e as pessoas percebiam a diferença. Antes, eu tinha as minhas emoções apagadas, a minha confiança apagada, a minha autoestima apagada, e isso resultava no meu visual apagado. Era como se eu quisesse ser invisível, passar desapercebida pela vida. Aos poucos eu voltei a ser generosa comigo, e fui me acendendo de novo!

Daqui pra frente, sempre vir uma mulher vaidosa, bem arrumada ou cheia de atitude (ou de sacolas), independente de estar ou não na moda, reconheça nela uma mulher feliz. Se não com a vida, ao menos com ela mesma!

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Contra a cafonice



Contra a cafonice
(Felipe Moura Brasil)

Benditas sejam as moças de vestido sem brilhos, ombreiras e tantos babados; sem cintos de couro, barbante, metal, muito menos fivela; e jamais embaladas a vácuo, pois que a sensualidade está no detalhe do tecido que roça o corpo em movimento, nunca no grude integral ao corpo estático.

Benditas sejam as moças de calça jeans e blusinha branca ou preta, sempr
e básicas por ruas e bares - como aliás pedem as ruas e os bares, seja nas calçadas da Pavuna ou do Leblon -, e quiçá de alcinha, como quem dá de ombros aos excessos da moda e leva o sorriso à frente da roupa.

Benditas sejam as moças que não saem para tomar um chopinho como quem vai para um casamento, e nem vão para um casamento como quem vai para um Halloween.

Benditas sejam as moças capazes de colocar um shortinho e um par de sandálias, e descer em 5 minutos se o homem diz que está passando na portaria, conscientes de que nada é mais elegante que uma mulher despojada e segura de si.

Benditas sejam as moças atléticas, que, ao se vestirem, buscam mais suavizar seus atributos - para fugir à vulgaridade das periguetes turbinadas - do que ocultar seus defeitos - pendurando a saia nos seios, por exemplo, para encobrir a bunda faltante - e ainda dispensam a mão na cintura para tapar o pneuzinho no álbum de fotos.

Benditas sejam as moças aptas a andar e sambar de salto, porque é o samba que dá a medida - mesmo que a ocasião não obrigue ao samba - da altura que uma mulher pode ter.

Benditas sejam as moças que se sabem bonitas, pois nada é mais feio que uma moça bonita que tenta, à força de maquiagens e demais pilantragens, ser aquilo que, sem elas, já é.

Benditas sejam as moças de bolsas funcionais e discretas, daquelas que jamais atrapalham o abraço, nem substituem a lanterna em caso de apagão.

Benditas sejam as moças leves e práticas, que não se deixam transformar em bonecas russas ou árvores de Natal, daquelas que, de tantas camadas (de peças e cosméticos) e enfeites (como colares, pulseiras, braceletes, brincos, pingentes e anéis), um homem precisaria de dois ou três Dias de Reis para desmontar.

Benditas sejam as moças curiosas, inquietas e interessadas, que enxergam além das próprias mães e miguxas, sabendo que o senso estético vem do berço e do ambiente, mas, como tudo o mais, pode ser desenvolvido com a ampliação do imaginário e a elevação do espírito, através de um conhecimento que não é servido no Open Bar.

Benditas sejam as duas ou três moças que sobraram por aí, imunes ao império da cafonice não (só) pela sorte de terem tido bons exemplos ao seu redor, mas (também) porque, diante do acesso ilimitado aos bens de consumo, conservam o desejo quase extinto de ser muito mais do que os prazeres e lazeres que podem gozar ou consumir.

Benditas sejam as moças que são.

*****

Felipe Moura Brasil é autor do Blog do Pim e nunca viu tantas "árvores de Natal" no Rio de Janeiro.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Roupa: Vitrine da personalidade

Dia desses eu conheci o site Sobre a vida, onde o psicólogo Frederico Mattos fala sobre a vida como ela é, amor, sexo e comportamento. O site já tem mais de 1 ano de posts quase diários e eu gostei TANTO que só consegui dormir depois de ler cada um dos posts que ele escreveu!
O Fred (não sou íntima não, gente... ele que assina assim rsrs) também escreve para o site Sem espartilhos, que eu conheci no artigo com o mesmo título deste post.


"Até nos uniformes pode-se notar um detalhe que revela algo sobre a pessoa, a natureza humana sempre transborda singularidade", diz ele.
E para não dar Ctrl C + Ctrl V no artigo inteiro, clica aqui e leia o artigo na íntegra!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Meiga ou puta?

Antes de começar o post, peço desculpas pela palavra de baixo calão no título, mas vocês verão que é por um motivo justo.
Mais cedo eu fui encontrar com uma amiga (amiga mesmo, de váriooooos anos) e estava com o look da foto que postei no Instagram, antes de sair ao encontro dela:


Assim que ela me viu, comentou: "Que estranho você de vestido de menininha meiga e batom de puta! kkkkkkk"
E vocês que vêem essa foto e não me conhecem? O que vêem na foto? Uma menininha meiga ou uma puta?

Tenho certeza de que a minha amiga não me considera uma puta e que a intenção dela não era me ofender (ou eu falaria dela no post como uma "ex-amiga") e o que me preocupa na frase dela não é o conceito que ela tem de mim, mas o preconceito que eu vi por trás do que ela falou. Talvez o batom vermelho (que eu falei num post mais cedo) que eu estava usando não tenha passado a imagem de uma mulher de atitude (que eu sou e ela sabe disso) mas sim de uma mulher vulgar, e ao fazer esse comentário, ela deixou que esse preconceito fosse mais forte que a imagem que ela tem de mim.

Eu pensei em explicar a ela que uma mulher pode sim, ser "meiga" e "puta" ao mesmo tempo, dizer que representamos diversos papéis durante a nossa vida, em situações e momentos diferentes (ela é mãe, esposa, filha, estudante, irmã, amiga...), mas como ela está passando por um momento muito difícil (está no meio de um divórcio), eu achei melhor não tocar nesse assunto. E também não vou me aprofundar aqui, já que não é o local ideal e o papel que eu exerço enquanto escrevo esse blog é falar de comportamento ligado à moda, mas deixo aqui a indicação de um texto para quem tiver mais de 18 anos, a mente aberta e interesse no assunto.

O que vale a pena citar aqui é o preconceito que as pessoas têm ao olharem para uma pessoa pela primeira vez, a tal primeira impressão. Muitas vezes fazemos ligações perigosas e injustas ao julgar as pessoas pelo seu visual:
* Toda vestida de preto? Hum, deve ser roqueira, deve ser uma drogada.
* Estampa de florzinha? Deve ser uma bobona romântica!
* Que roupa curta, deve ser uma piriguete.
* Batom vermelho? Uma puta!
* Óculos de grau? Nerd, com certeza.
* Terninho? Deve ser uma mulher séria.

E então eu lembrei de um episódio que eu presenciei no ensino médio. Eu era amiga de 2 meninas (hoje apenas uma delas continua na minha vida) e numa segunda-feira era comum todo mundo chegar com os cabelos e unhas feitas. Uma chegou mostrando o esmalte, que era bem clarinho, e disse "unha de virgem". A outra mostrou as unhas pretas e disse "unha de puta". Era tudo uma grande brincadeira, mas o engraçado mesmo era eu ver que o esmalte que elas usavam não diziam exatamente nada da personalidade delas. A menina que tinha "unha de virgem" era amante do amigo do pai dela, enquanto a que tinha "unha de puta" namorava há 3 anos, era fiel e (pasmem! <- percebam a ironia) virgem!

É fato que passamos uma imagem através do que vestimos e da maneira como nos portamos, mas a imagem é uma soma de elementos. Quando vemos uma mulher de saia curta + barriga de fora + sapato alto + decote + batom vermelho + unhas vermelhas andando rebolativa e provocante em uma rua escura altas horas da noite podemos pensar que se trata de uma garota de programa (e pode ser que seja apenas uma garota sem noção ou com mal gosto), por causa do estereótipo (um conjunto de ideias preconcebidas que resultam em uma generalização que nos leva a classificar pessoas ou grupo de pessoas) em torno das mocinhas de "vida fácil". Quem não se lembra do visual da Bebel como garota de programa e de como as pessoas a olhavam com mais respeito quando ela apareceu com um visual "mais respeitoso"? Mesma pessoa, mesma personalidade, dentro de roupas diferentes. Pessoas diferentes? Não. Julgamentos diferentes.


Voltando ao post sobre o batom vermelho da Miriam, vale dizer que é um ponto positivo para a Globo, que pelo papel de formadora de opiniões que exerce, acertou em cheio ao colocar a mocinha da trama usando batom vermelho ao mesmo tempo que em outra novela ela mostra a Carminha, que é vilã, usando roupas e maquiagem claras (que também foi motivo de post aqui no blog).


Pois é. As aparências enganam e o pior cego é aquele que não quer ver. #prontofalei

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

As aparências enganam


Roupas, sapatos, make e acessórios ajudam a montar os nossos #looksdodia todos os dias. Mas ao invés de mostrar ao mundo o que somos, a nossa personalidade, o nosso estilo, o nosso humor e até mesmo a nossa  classe social, muitas vezes o uso que fazemos disso tudo mostra tudo menos a nossa realidade.

Certa vez estava em Campos do Jordão e o dono da pousada fazia um desabafo no café da manhã, tentando nos convencer a não andar na maria fumaça da cidade porque o valor da passagem não valia o passeio (mentira dele, vale super a pena, a viagem é lindaaaaaaa!) e dizendo que o mundo era muito capitalista, que ele não aceitava o fato de a cozinheira dele ganhar R$500 por mês e pagar R$200 numa calça jeans para passear pela cidade à noite "como se fosse igual aos turistas da cidade". O discurso era até bonitinho, mas ele bem que cobrou as diárias da gente (e bem caro, por sinal rsrs).

Esses dias a figurinista da novela Avenida Brasil explicou porque a Carminha (personagem da Adriana Esteves) só usa roupas claras e camisas de babado: "Pra parecer uma mulher de família, honesta e de bom caráter." Pois é. Quem desconfiaria que uma mulher com calça branca e camisa pastel de babados trai e rouba o marido, e abandonou criancinhas no lixão? Ninguém né? Ou não? #OiOiOi


A moda dos "óculos geek" prometem dar um status de nerd às meninas que não são, nem de longe e nem de perto (olhando com lentes multifocal, rsrs), as mais inteligentes da turma. Roupas e acessórios falsificados são exibidos como se fossem originais, na esperança de parecerem mais ricas, mais luxuosas, mais chiques. E o que falar das mulheres que usam calças "levanta bumbum" e não se permitem sair sem cinta ou sutiã de enchimento por causa dos seus "defeitinhos"?


Outro exemplo disso eu percebi na primeira vez que saí na night depois de 9 anos num relacionamento onde os eventos noturnos eram na casa de amigos, no cinema ou teatro. Não que tenha sido ruim, mas era a primeira vez em 9 anos que eu voltava a uma boate, e eu estava solteira de novo depois de 9 anos.
A estranheza começou ao escolher a roupa para o tal evento. No meu guardarroupas só tinha roupa de mulher casada, que passavam a imagem de "mulher respeitável" que eu era, e ainda sou, apesar de não estar mais casada. Mas eu queria passar a imagem de mulher "descolada" e não tinha nenhuma peça no meu guardarroupas que me fizesse me sentir assim. E eu percebi algum tempo depois que nenhuma roupa ia me fazer me sentir assim, porque eu não sou assim. Não ia ser dentro de um vestido decotado e justo e em cima de um salto altíssimo que eu ia me sentir à vontade no meio de mulheres dançando vulgarmente e homens que definitivamente não me interessavam.

Quando eu estou triste, não tenho ânimo pra me maquiar e me arrumar. Quem me conhece sabe que estou mal. Mas esse não é o "normal". Vemos por aí atrizes passeando em cima do salto, maquiadas e sorridentes depois de terminarem um relacionamento. Vemos blogueiras posando glamourosas nos seus #looksdodia enquanto andam de ônibus ou de metrô e parcelam as roupas em 10x sem juros no cartão de crédito.

É claro que colocar a sua roupa favorita, um batom que valorize o seu sorriso e um salto alto que eleve a sua autoestima pode dar um upgrade no seu humor e melhorar o seu dia, mas eu não consigo estar em discordância entre o que eu sou / sinto e o que aparente ser / estar. Porque as aparências podem até enganar os outros, mas o que é que a gente ganha com isso mesmo, hein? #prontofalei

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O cabelo novo da Miley Cyrus


Todo mundo que me conhece pessoalmente ou segue o meu blog sabe que sou apaixonada por cabelos curtos, mas não é uma unanimidade (nem entre as mulheres e muito menos entre os homens), e não, definitivamente não fica bem em qualquer uma.
No post de mais cedo, eu falei sobre a mudança na cor dos cabelos da Sabrina Sato, que apesar de japonesa, ficou muito bem loiríssima (o que não é pra qualquer oriental). Neste post, estou falando de outra mudança capilar de famosa, mas dessa vez, não curti.
Miley Cyrus, que sempre desfilou lindos cabelos longos, apareceu na semana passada com os cabelos bem loiros, e ontem ela radicalizou de vez, ao aparecer com os cabelos descoloridíssimos e curtíssimos (além das laterais raspadas). Vamos ver as 3 fases:




Logo após a cantora/atriz postar as fotos do new look, as críticas começaram a aparecer do mundo todo e ela rebateu às críticas dizendo que "nunca se sentiu tão ela". Então tá. 
Se ela gostou, é o que importa. Se ela está se sentindo feliz e bonita, é o que importa.
Uma coisa a gente precisa reconhecer: Precisa ter coragem e muita atitude pra fazer uma mudança dessas, né?
E você? O que achou??

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Respeito às curvas


A marca de lingerie Pliê lançou uma campanha publicitária muito bacana, com o nome "Respeito às curvas", juntando as grandes curvas da cantora Preta Gil às curvas discretas da modelo Bárbara Fialho.
A primeira surpresa vem logo nessa primeira foto e frase. Afinal, modelo tem curvas? Siiiiim! Não precisamos ser curvilíneas para considerar que temos curvas. O corpo feminino é formado de curvas. Quadril, seios, pernas. Seja a mulher PP, P, M, G, GG.

Em 2005 eu participei de um concurso cultural da Dove, onde as participantes deveriam criar uma frase dizendo porque você tem orgulho das suas curvas. Eu fui selecionada junto com outras 4 meninas (3 delas são minhas amigas até hoje!) e a minha frase foi mais ou menos assim: "Faço o estilo mignon e não mudaria nada em meu corpo, porque sou feliz e amada assim: sem curvas!" 
Quase 7 anos depois, continuo com as mesmas poucas curvas e com o mesmo pensamento. Na maioria das vezes, a minha escolha por uma roupa nada tem a ver com a intenção de parecer mais curvilínea. Nunca pensei em colocar prótese de silicone. Eu respeito as minhas curvas, e assim como há 7 anos atrás, eu sou feliz e amada assim... sem curvas!! A única coisa que eu corrigiria na frase hoje, mais madura, seria dizer que tenho curvas sim, apesar de suaves!

Essas são as minhas fotos da Campanha da Dove pela Real Beleza, para as revistas NOVA e Boa Forma.


Um dos prêmios foram essas roupas, compradas com auxílio da personal stylist da revista NOVA justamente para valorizar o meu corpo. Foi TÃO bom entrar nas lojas, comprar (coisas caríssimas) e não pagar... rsrsrs, mas ainda melhor foi saber o que comprar pra valorizar as minhas curvas, e não para parecer ter um corpo que eu não tenho.

E essa é a foto da campanha da Pliê, que ainda não foi lançada oficialmente, mas que pelo serviço prestado à sociedade, já é sucesso na internet:

Vamos ser felizes, mulherada! Independente do tamanho do sutiã ou da calça jeans! Vamos respeitar as nossas curvas (e as curvas alheias)!

domingo, 5 de agosto de 2012

50 anos sem Marilyn Monroe


Há exatos 50 anos, Marilyn Monroe morria por excesso de barbitúricos (remédio para insônia) aos 36 anos de idade. Loira platinada, lábios carnudos e muita personalidade e curvas fazem ela ocupar ainda hoje um lugar na lista das mulheres mais sensuais da história de Hollywood. Tem uma frase da Martha Medeiros que diz que uma pessoa só morre quando a última pessoa que se lembra dela também morre. E é por isso que Marilyn Monroe ainda vive.

E se é verdade que todas as mulheres devem muito à quem inventou o sapato alto, também é verdade que devemos muito a ela, que além de ser cantora e atriz, era quase uma filósofa (uma loira nada burra!!) quando falava dos direitos femininos e sobre sexualidade. Algumas das frases dela que eu concordo:





Dizem que por trás da alegria e do glamour que ela demonstrava, ela era uma mulher confusa e melancólica. Nada diferente do que acontece com as celebridades de hoje, né? Uma pena que manter as aparências ainda seja mais importante que ser feliz...

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Geisy Arruda, Juliana Paes ou Gisele Bündchen?

A primeira reação ao ler a notícia "Corpo de Geisy Arruda é mais desejado que o de Juliana Paes" foi pensar "WTF??", mas depois a indignação foi por outro motivo: Até quando vamos desejar ter o corpo de outra pessoa? Até quando a mídia vai nos dizer como devemos ser e o que devemos ter?
A pesquisa informa que 59% das mulheres que responderam à pesquisa gostariam de ter o corpo da Geisy, enquanto 32% preferiram o corpo da Gabriela Juliana e apenas 8% escolheram o corpo da uber Gisele, ao verem os seus corpos de lingerie, sem saberem quem era a dona do corpo.
E se não bastasse a "idéia" da pesquisa (vender a imagem do corpo perfeito once again), o jornal resume de forma desastrosa: "A pesquisa mostra que o gosto das mulheres brasileiras está cada vez mais próximo das preferências masculinas, ou seja, o corpo mais curvilínio está ganhando espaço."



Pra mim, o único objetivo desse tipo de pesquisa é fazer as mulheres sentirem-se ainda mais infelizes e insatisfeitas. Até quando? #prontofalei

terça-feira, 15 de maio de 2012

Psicologia do vestir

Há uma psicologia por trás de seu guarda roupa. Descubra-a.

Seu estilo diz muito sobre você. O que você veste pode informar a um desconhecido qual o seu emprego, bem como suas emoções, ambições e hábitos de consumo. E agora até existe uma forma inteiramente nova de psicologia. 

A psicóloga clínica Dra. Jennifer Baumgartner literalmente escreveu um livro sobre o fenômeno, que ela chama de “psicologia do vestir”. Em “Você é o que você veste. O que suas roupas revelam sobre você”, ela explica não somente como a psicologia determina nossas escolhas de vestuário, mas como para superar problemas-chave psicológicos seu guarda-roupa pode estar trazendo-os à luz no seu dia-a-dia, ou mesmo em seu trabalho.

 “Comportamento de compra e gasto geralmente vêm de motivações internas como emoções, experiências e cultura,” diz a Dra. Baumgartner. “Você olha os comportamentos de compra e armazenamento, e até mesmo como misturar as peças, e as pessoas pensam nisso como sendo uma bobagem. Mas qualquer comportamento é enraizado em algo mais profundo. Eu olho para o significado mais profundo das escolhas, do modo como o faria em terapia.”

Conversamos com ela para entender por que roupas são tão reveladoras (das nossas personalidades), que mensagens estão enviando e como você pode utilizar seu armário para mudar como os outros lhe percebem – e até mesmo o que você pensa de você.


Como nós usamos roupas como um apoio, e uma arma

Americanos contam com as roupas como indicadores social e econômico porque não há marcadores oficiais de classe como um sistema de castas ou aristocracia, diz a Dra. Baumgartner.

“Quando você não tem um sistema específico, as pessoas inventam o seu próprio,” ela explica. É o que “ajuda a descobrir onde você se encaixa. Especialemente agora, com a economia, pessoas perdendo status, manter um senso de quem somos é ainda mais importante. Nossas roupas ajudam a nos colocarmos onde pensamos querer estar.”

Ela cita a série Real Housewives como exemplo: “Veja o modo como elas focam em dinheiro. Quando brigam, elas usam logos e designers como uma maneira de humilhar umas às outras. Elas estão usando roupas e acessórios tanto como uma ferramenta para saber onde se encaixam como uma arma contra os outros.”


Roupas que projetam uma imagem boa ou ruim

Já te disseram que você pode julgar um homem por seus sapatos? Infelizmente, não é assim tão simples. 

Não existe uma peça ou estilo que faça a pessoa parecer bem sucedida. A Dra. Baumgartner recomenda os básicos quando quiser tentar projetar uma imagem positiva: o pretinho básico, o blazer, os scarpins. “Com clássicos, a história fez o trabalho por você. Atravessou os tempos, então você já sabe que funciona,” ela diz. E o que é que faz de um clássico um clássico? “Tem múltiplas funções e é apropriado para diferentes faixas etárias e tipos de corpo. Se tornou um clássico porque funciona não importando quem você seja.”

Por outro lado, não há uma peça ou estilo que faça uma pessoa parecer um fracasso. “Qualquer coisa que pareça que você não teve tempo ou fez algum esforço se torna negativo,” diz a Dra. Baumgartner. “A pior roupa é a que tenta se desfazer, ignorar ou esconder onde você está ou quem você é, ou o tipo que mostra que você não prestou atenção ao seu corpo/idade/situação... Qualquer roupa que impede que você faça bem seu trabalho manda a mensagem errada.”


O que suas roupas dizem a você, não sobre você

Um estudo desse ano, da Northwestern University, examinou um conceito chamado “cognição da roupa.” Pesquisadores definem em seus relatórios como sendo “a influência sistemática que as roupas têm nos processos psicológicos dos que as vestem,” ou seja, o que suas roupas estão dizendo a você e não sobre você. E como elas fazem você se sentir.

Os pesquisadores distribuíram jalecos brancos padrão para os participantes, contando a alguns que se tratava de um jaleco de médico e a outros que era um avental de pintor. Todos os participantes realizaram a mesma tarefa, mas aqueles que usavam o “jaleco de médico” foram mais cuidadosos e atentos. Suas ações foram influenciadas por suas roupas.

O mesmo pode ser verdade para você. Quando uma amiga te puxou para fora de casa e disse “Vá se arrumar! Você se sentirá melhor!” após seu ultimo rompimento/entrevista frustrada/dia horrível, ela tinha razão. “Quando você se veste de uma determinada maneira, isso ajuda a mudar seu estado interior,” explica a Dra. Baumgartner. “Nós percebemos isso ao fazer transformações, e mesmo atores dizem que vestir o figurino facilita a expressão do personagem. É tão verdade quanto para o cotidiano.”

A cognição da roupa dá prova científica à idéia de que você deve se vestir não do modo como se sente, mas do modo como quer se sentir. Quais roupas a fazem sentir poderosa? Sexy? No controle? Rica? As roupas que você escolhe estão enviando mensagens àqueles à sua volta, mas também a você, você mesmo.

Em “Você é o que você veste”, a Dra. Baumgartner lista alguns dos problemas de guarda-roupa e percepção mais comuns. Você se reconhece em algum dos abaixo?


Se você…
Você pode…
Considere:
Guarda cada peça de roupa que já possuiu
Estar se agarrando ao passado através do valor sentimental de suas peças
Adotar a Proporção de Ouro do Guarda-Roupa: se livre de 2 ou 3 itens, incluindo os que não servem, estão velhos ou fora de moda
Só veste neutros, altamente desprovidos de acessórios
Estar preso à rotina, muito confortável para dar uma sacudida, ou muito temeroso de atrair muita atenção
Se afastar do seu hábito em pequenos passos (fazer um caminho diferente até o trabalho, adotar novos acessórios da estação) para trazer ao seu cérebro uma sensação de animação
Veste roupas grandes demais para seu corpo
Enxergar seu corpo diferente do que outras pessoas vêem, ou como ele já foi um dia
Levar uma amiga honesta às compras para descobrir o que fica bem em você , ignorando tamanhos e se acostumando a usar roupas que realmente servem
Já foi acusada de se vestir inapropriadamente ou sexy demais
Considerar o mesmo traje apropriado para todas as ocasiões (por exemplo, sair à noite e churrasco de família), ou estar procurando o tipo errado de atenção
Pensar na imagem que você quer projetar em situações específicas (no trabalho, na cidade) e escolher os trajes baseados em dicas dos que estão ao seu redor
Se veste de maneira muito jovem ou muito antiquada para sua idade
Estar tentando expressar com que idade se sente, mas sendo pega entre sua idade real e sua idade interna
Se armar de roupas que ajudem a atingir seus objetivos (como conseguir uma promoção, conhecer um pretendente, viajar o mundo), ao invés de uma determinada idade
Está sempre com suas roupas de trabalho
Se valorizar primeiramente por seu trabalho e conquistas profissionais
Reconhecer seus talentos fora de seu trabalho (grande artista, compassivo, divertido em festas, etc.)
Se cobre de logos de marcas e designers
Pensar que precisa mostrar riqueza para ser bem tratado pelos outros
Usar peças que sirvam de “tela em branco” e apenas dar um toque com logos para enfatizar que as pessoas te valorizam por mais que suas marcas
Vive em seu “uniforme de mãe” de jeans e moletom
Colocar as necessidades de sua família a frente das suas próprias
Tirar mais tempo para você. Lembre-se: Quando mamãe não está feliz, ninguém está
 
Fonte: Money Rubber Band